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quinta-feira, outubro 25, 2012

13. Zé-Viajante

«Uma nudez geométrica
Implanta nos espaços sucessivos
o vazio propício à aparição de fantasmas

É aqui que as estátuas mostram
a necessidade sem discursos dos seus gestos»

(Excerto do poema de Sophia: ATELIER DO ESCULTOR DO MEU TEMPO in Geografia 1967)

É aqui que vejo, é aqui que escrevo o que sinto no Olhar.

Zé-Viajante

6 Comments:

Blogger M. said...

Desta vez serviste-te das palavras de Sophia. Uma boa ligação com quem sentia a beleza de uma forma especial e límpida.

25/10/12  
Blogger Justine said...

Foste pedir as palavras à pessoa certa, Viajante!

26/10/12  
Blogger Rocha de Sousa said...

Breve e poética uma leitura
legítima

26/10/12  
Blogger mena maya said...

Excelente moldura para esta bela foto, Zé Viajante!

26/10/12  
Blogger bettips said...

Muito belo: as estátuas, sim, as estátuas, as colunas infinitas, as abobadas largas, esculpidas e silentes, que nos falam em voz de pedra.

27/10/12  
Anonymous Zambujal said...

Um sentir sentido.

Saudações

31/10/12  

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