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quinta-feira, dezembro 13, 2012

10. ~pi



Que dizer dos espelhos, se a sua forma, se o seu reflexo, não passa da presa adivinhada nos olhos que ao ver-se se vêem? 
Que dizer da fonte de luz que ali permanece, intacta, mas daqui não vemos - não podemos ver?

 ~pi

8 Comments:

Blogger ~pi said...

( essa sou eu mesma em vias de cair no poço armadilhado dos espelhos ((








~

13/12/12  
Blogger bettips said...

Não me parece uma queda mas uma subida para um alto, de luz~~
Lúcida perante o poço!

15/12/12  
Blogger Rocha de Sousa said...

É o ver no real e o ver na superfície que reflecte. Não sendo o texto uma boa abordagem, esta
curiosa fotografia tem vários estratos de pesquisa.

15/12/12  
Blogger Luisa said...

Dá que pensar

16/12/12  
Blogger M. said...

Assim somos, seres quebrados pelas imagens que os espelhos nos mostram e que tantas vezes são a imagem simbólica do que sentimos, ou fomos levados a sentir, naquele momento em que nos olhámos.

16/12/12  
Anonymous Zambujal said...

Quem a presa? A que os olhos adivinham?, ou nós apanhados pelo outro do outro lado.
Lúcidas reflexões (não as minhas, que são o que a cepa dá...)

16/12/12  
Blogger Licínia Quitério said...

Tentação, precipício. Ocorrem-me estas palavras ao mirar o que miraste. A virtualidade intrigante, muito evidente na foto.

16/12/12  
Blogger Justine said...

Que dizer desta "aranha", onde nós nos deixamos prender tantas vezes?

17/12/12  

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