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quinta-feira, janeiro 10, 2013

8. M.


 
Os muros. Esboroam-se alguns na terra dos dias, tristemente sustendo a vida que neles se agarra.

M

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Bela fotografia: um muro a desfazer-se e a segurar ainda
a vida


Rocha de Sousa

10/1/13  
Blogger agrades said...

Um muro meio desfeito mas ornamentado com plantas expontaneas

10/1/13  
Blogger Licínia Quitério said...

Não há muros intransponíveis nem eternos. Às vezes basta uma planta viva, singela, para os corroer.

11/1/13  
Blogger Luisa said...

Talvez este muro deixe de ser muro e passe a ser um jardim que trepa.

12/1/13  
Blogger Justine said...

...e reciclam-se, e outros hão-de ser criados, para que outras plantas neles se apoiem! Assim o cilco da vida e dos muros!

13/1/13  
Anonymous do zambujal said...

... tristemente sustendo a vida que a eles se agarra...
Foi exactamente assim?
Não importa. Foi assim que retive o que estava escrito, e que tão belo me pareceu.

13/1/13  
Blogger mena maya said...

Também pode ser a vida a despontar
sobre as ruinas.

14/1/13  
Blogger Benó said...

Um muro frágil que parece ser fácil desfazê-lo. No entanto, ainda de muita utilidade pelo suporte que dá à vida da planta.
Gosto muito do simbolismo deste.

14/1/13  
Blogger bettips said...

Alguns muros têm alma, alma de terra. E são uma lição de vivência: ambos se sustêm, pedra e planta. E há um mundo de esconderijos, bichos, insectos: é vivo. Um muro natural assaltado por sementes ao vento e seres passageiros.
Gosto!

15/1/13  

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