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quinta-feira, março 21, 2013

6. Luisa

Nem sempre as cores são alegres. Neste quadro elas são como grades que nos impedem de ir mais longe, de alcançar o infinito que supomos estar lá adiante. 

Luisa

6 Comments:

Blogger Rocha de Sousa said...

Luisa apercebe-se de que cores básicas (em geral vibrantes) estão
aqui um pouco obscurecidas: não é
um defeito é um modo de ser.

22/3/13  
Blogger Licínia Quitério said...

Não, nem sempre são alegria. Nós as vemos como sentimos.

22/3/13  
Blogger Justine said...

Tal como, quse sempre, a vida, não é, Luísa?

22/3/13  
Blogger M. said...

Assim como na vida, pintamo-la de várias cores, conforme o que sentimos no momento de criar.

24/3/13  
Blogger bettips said...

Curioso e interessante o teu olhar Luisa, transmitindo grades onde víamos fluidos... e assim "inventando" infinitos.

25/3/13  
Blogger Benó said...

Um olhar diferente. Não vejo grades mas sim liberdade.

26/3/13  

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