quinta-feira, julho 25, 2013

6. Luisa

4 comentários:

Justine disse...

Eu sentir-me-ia livre nesta casa magnífica!

M. disse...

Imagino os personagens do conto completamente fechados sobre si mesmos, naquela troca de suposições sem fim de acordo à vista.

bettips disse...

Nem sombra de vida... nem sombra de portas. Sitiaram-se em recordações.
(a casa é uma beleza na sua simplicidade e horizonte)

Rocha de Sousa disse...


Aqui, janelas abertas de patrimó-
nio em ruinas, não há sitiados.
Mas a fotografia é muito apelativa