quinta-feira, maio 26, 2016
AGENDA PARA JUNHO DE 2016
Proposta
de Licínia
Dia
2 - Ao
jeito de cartilha: Proponho-vos
que usemos a sílaba “Ter”
para formar as nossas palavras.
A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e
exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre
ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a
mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a
sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas
facultativo e um complemento.
Dia
9 - Reticências
com
a frase “Às
vezes ao acordar”
a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia
16
- Com
as palavras dentro do olhar sobre
fotografia de Licínia.
Dia
23
– Jornal
de Parede
Dia
30 -
Fotografando
as palavras de outros sobre
«O
pior de tudo eram os outros velhos com quem partilhava o quarto,
havia sempre um que gemia, praguejava ou gritava, outro que queria
ouvir um relato de futebol na rádio. Sem falar das visitas, famílias
inteiras que vinham rapidamente inteirar-se dos acamados e partiam
logo a seguir, e eram substituídas por outras que se aglomeravam em
volta de outra cama e, tal como as primeiras, enchiam o quarto de
cestos com comida, sacos de laranjas e crianças que choravam. Não
era possível conversar, muito menos ouvir música.»
Teolinda
Gersão, em Os teclados, Sextante Editora, pág. 59
MENSAGEM DA JAWAA REFERENTE AO DESAFIO DA SEMANA PASSADA
«Fiquei desvanecida com as palavras delicadas de fantasia e beleza que a foto suscitou, bem hajam todos!
A sugestão de bailado e folhos foi a minha impressão quando a escolhi, para além da gradação das cores.
Esta flor-bailarina, como lhe chama a Licínia, não é rosa, não é cravo, é uma peónia, das mais simples; vou ver se a nossa M. coloca mais uma foto para se ver a planta.»
Jawaa
quinta-feira, maio 19, 2016
10. Teresa Silva
Não sei que flor é esta mas
é, sem dúvida, muito bonita. Lembra a Primavera que tem tido
dificuldade em impor-se, este ano.
Teresa Silva
9. Rocha/Desenhamento
«Com
as palavras dentro do olhar», assim
somos convidados a penetrar na imagem de uma flor. Se esta é uma
rosa branca com belas
aguadas rosa quente a emergir voluptuosamente do centro das pétalas,
então
esse é um dos universos neste género de seres vivos, meio da flora,
que conservo na memória em termos de diferentes configurações e
cores. A rosa branca é das mais belas e imprevisíveis.
Rocha
de Sousa
8. Mena M.
Um lápis
aguarelavel cor-de-rosa, um afiador novinho em folha, muita precisão
e paciência e eis que temos uma linda flor de aparas, ou mesmo a
saia de uma bailarina. Foi a imagem que saltou desta bela foto da
Jawaa.
Mena
7. M.
Dançava como ninguém.
Ajustava o corpo no vestido leve, colocava sobre os cabelos a flor
acabada de colher no jardim e, com o sorriso suspenso entre os braços
erguidos em arco, rodopiava durante horas a fio ao som da música que
só ela ouvia.
M
6. Luisa
Quereria
entrar nesse jardim e ficar sozinha a olhar a inocência das flores,
longe das multidões que pisam e esmagam o que é natural e belo.
Luisa
5. Licínia
Deitou-se
a descansar, a bailarina. O saiote de folhos abriu em flor e
cobriu-lhe o sossego. Quem passava dizia: olha, uma rosa a dormir.
Licínia
4. Justine
O
cravo vai ser para sempre a flor de Abril. E de Maio e do tempo todo,
se assim conseguirmos que seja. O cravo já é mais do que uma flor,
é o símbolo de mudanças desejadas e conseguidas. Este, o da foto,
já não é o cravo rubro, jovem e vibrante de gente na rua a cantar.
Este, o da foto, é de veludo suave, tranquilo e maduro. Pode ser
visto como um cravo cansado… eu contudo preferia vê-lo como o
cravo da serenidade e de algumas certezas!
Justine
3. Bettips
“-
O que queres ser quando fores grande? Bailarina!” respondia eu,
pequena de 3 anos, pondo-me em bicos de pés. Gostava dos vestidos,
das poses de borboleta e dos sapatinhos com atilhos nas pernas. Não
sei onde fui buscar esta ideia, a alguma imagem de revista, que me
acompanhou até à entrada na escola. Desde que me lembro e até há
poucos anos, usei sabrinas pequenas e redondas e procurava todos os
sapatos de Verão que se apertavam com fitas.
Bailarinas em bailado, em pontas e folhos de tule cor de rosa, é o que me sugere a bela fotografia no âmago da flor. Lembro ainda Edgar Degas (1834-1917) que tinha uma forma tão etérea de pintar a dança.
Bailarinas em bailado, em pontas e folhos de tule cor de rosa, é o que me sugere a bela fotografia no âmago da flor. Lembro ainda Edgar Degas (1834-1917) que tinha uma forma tão etérea de pintar a dança.
Bettips
2. Benó
Com
o olhar preso à linda flor fotografada faltam-me palavras dignas e
apropriadas para escrever sobre ela. Na sua cor rosada parece frágil
e delicada e tenho dificuldade em reconhecer o seu nome de baptismo.
Sei, no entanto, que ao olhá-la sinto a serenidade dum jardim onde
os pássaros cantam e um banco me espera para uma leitura ao fim do
dia.
Benó
1. Agrades
Uma
flor, uma simples flor, para exprimir o que sinto e vejo.
Tão
clara nas pontas e escura nas zonas centrais e profundas. Como eu,
como quase todos, guardamos no interior o mais importante e mostramos
apenas o superficial em tons suaves.
Agrades
quinta-feira, maio 12, 2016
O DESAFIO DE HOJE
Proposta
de Jawaa
Dia
12 - Reticências
com
a frase “A
voz”
a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
4. Justine

A voz da natureza ouve-se por todos os cantos do jardim. Há para todos os gostos: ora são os melros zangados, ora são as rolas namorando, ora é uma miríade de outras aves que eu não reconheço mas que me presenteiam com concertos afinados. Uma delas fez o seu ninho na garagem e todas as manhãs me cumprimenta com um pio, sem medo mas atenta. Mais à noite há um bufão que entoa um lamento ritmado. E cobrindo todas estas vozes, ecoa o zumbido permanente, surdo, inquietante das abelhas, que trabalham sem descanso no mar perfumado das flores da glicínia.
Justine
quinta-feira, maio 05, 2016
AGENDA PARA MAIO DE 2016
Proposta
de Jawaa
Dia
12 - Reticências
com
a frase “A
voz”
a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
O DESAFIO DE HOJE
Proposta
de Jawaa
Dia
5 - Ao
jeito de cartilha: Proponho-vos
que usemos a sílaba “Ri”
para formar as nossas palavras.
A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e
exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre
ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a
mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a
sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas
facultativo e um complemento.

















