sábado, julho 30, 2016
sexta-feira, julho 29, 2016
O DESAFIO DE HOJE
Dia
29
– Fotografando
as palavras de outros sobre
o poema
CASA
A
antiga
casa que os ventos rodearam
Com
suas noites de espanto e de prodígio
Onde
os anjos vermelhos batalharam
A
antiga casa de inverno em cujos vidros
Os
ramos nus e negros se cruzaram
Sob
o íman dum céu lunar e frio
Permanece
presente como um reino
E
atravessa meus sonhos como um rio
Sophia
de Mello Breyner Andresen
OBRA
POÉTICA III (3ª edição)
Junho
de 1999
Editorial
Caminho
terça-feira, julho 19, 2016
AGENDA PARA JULHO DE 2016
Proposta
de Luisa
Dia
29 – Fotografando
as palavras de outros sobre o poema
CASA
A antiga casa que os ventos rodearam
Com
suas noites de espanto e de prodígio
Onde
os anjos vermelhos batalharam
A
antiga casa de inverno em cujos vidros
Os
ramos nus e negros se cruzaram
Sob
o íman dum céu lunar e frio
Permanece
presente como um reino
E
atravessa meus sonhos como um rio
Sophia
de Mello Breyner Andresen
OBRA
POÉTICA III (3ª edição)
Junho
de 1999
Editorial
Caminho
10. Rocha/Desenhamento
Talvez
uma doca de pequenas dimensões, bóias na parte
superior do plano, cordas atravessando a água em baixo, ondulada
regularmente, serena, como que favorecendo a serenidade e a leveza do
pensar.
Rocha
de Sousa
9. Mena M.
Amarrados
ao cais da vida, ignoramos por vezes os sinais de desgaste.
As
rupturas deixam-nos à toa e sem rumo até que uma maré favorável
nos traz de novo o equilíbrio.
Mena
8. M.
Imagem
a lembrar-me as escamas de um peixe enorme a serpentear entre barcos
e cordames para melhor conhecer os homens e os seus hábitos.
M
segunda-feira, julho 18, 2016
6. Licínia
O ancoradouro, a
marina, a garagem dos pequenos barcos presos por cabos para que o
vento ou a súbita vontade da água não os leve, fora de horas, fora
da vontade dos homens que deles cuidam, deles gostam.
Licínia
5. Justine
A
serenidade das águas, as duas cordas esticadas em repouso, os barcos
quietos apenas sugeridos levam-me a imaginar um passeio de fim de
tarde sem rumo programado, mas que acaba por desembocar neste porto
seguro!
Justine
4. Jawaa
Nem de propósito, a calmaria das águas no bom porto, ondas a soluçar a paz, a esperança na luz ténue do sol baixo, a lembrar que depois de cada tempestade sempre vem a bonança.
Jawaa
3. Isabel
Da
foto, para mim, sobressai a corda
esticada, que
me faz pensar na vida de muitas pessoas que vivem no limite das suas
forças, sempre com a corda
esticada,
pelo acumular de problemas familiares, falta de dinheiro, excesso de
trabalho/desemprego...
Um
dia a corda rebenta e as pessoas entram em depressão, esgotamento,
ou pior!
STRESS!
São
sinais do nosso tempo.
Isabel
2. Bettips
São
tantos e cruzados, os rios das nossas vidas! Selvagens ou serenos,
reflectem muitas vezes o nosso estado de espírito. Que cheguem ao
mar, adoçando as margens de bons reflexos.
Bettips
1. Benó
“A
corda quebra sempre pelo lado mais fraco" e estes cabos que
amarram o barco, possivelmente, a um cunho situado no cais, não
parecem ser muito resistentes. Um deles está quase a partir-se o que
a acontecer reduz a segurança em 50% e "era uma vez um
barquinho".
Benó
quinta-feira, julho 14, 2016
O DESAFIO DE HOJE
Proposta
de Luisa
Dia
14 - Reticências
com
a frase “À
espera, talvez ”
a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
11. Rocha/Desenhamento

À espera, talvez, de um Verão quente e ventoso, milhares e milhares de figuras invadindo as praias, com panos floridos pelos ombros, carregando chapéus de sol de folha larga e os outros apetrechos para juntar coisas, cremes, comida, +agua. Longas toalhas puxadas pela mão lassa, varrendo a areia, à espera, talvez, de que as largassem em dois metros quadrados de areia.
Rocha de Sousa
9. M.

À espera, talvez, que um dos seus imperadores regresse à terra dos vivos e lhes ofereça de novo o espaço muito belo e requintado onde assistiam às peças de teatro de que tanto gostavam.
Este passar dos séculos a fazer-nos pensar. Ruínas deixadas pela História a quem se segue na fila dos dias e as abriga em museus para melhor entendermos a vida que nos cabe num tempo de limites.
Este passar dos séculos a fazer-nos pensar. Ruínas deixadas pela História a quem se segue na fila dos dias e as abriga em museus para melhor entendermos a vida que nos cabe num tempo de limites.
M
quinta-feira, julho 07, 2016
AGENDA PARA JULHO DE 2016
Proposta
de Luisa
Dia
14 - Reticências
com
a frase “À
espera, talvez ”
a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
O DESAFIO DE HOJE
Proposta
de Luisa
Dia
7 - Ao
jeito de cartilha: Proponho-vos
que usemos a sílaba “Vou”
para formar as nossas palavras.
A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e
exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre
ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a
mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a
sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas
facultativo e um complemento.






















