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quinta-feira, março 28, 2019

7. Margarida

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Tantas interpretações: morte, espanto, surpresa, abandono.
Estranho.
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28/3/19  
Blogger Justine said...

Sufocante desespero, quando alguém amado parte

29/3/19  
Blogger M. said...

Simbólico. O primeiro pensamento que me veio à cabeça quando a Margarida me enviou esta fotografia foi: Parece uma pessoa desdentada com falta de ar. Se calhar é isso mesmo que nos acontece perante certos momentos na vida: perdemos pedaços de nós.

29/3/19  
Blogger Margarida said...

Agora "à distância" eu própria acho sinistro ter relacionado esta foto (tão feia!) c/ o texto (tão lindo)! Acho que me apeteceu desconstruir, despentear, derrubar, escandalizar e fazer mexer: mentes, vozes, ideias, olhos... Apeteceu-me um pouco de Paula Rego, de Bruegel, de Bosch. E sim, é isso mesmo, M., "há momentos na vida em que perdemos pedaços de nós". Estou muito grata por pertencer a este grupo. Parabéns a todos, obrigada à Mónica :)

1/4/19  
Blogger Justine said...

A fotografia está adequada, Margarida, embora como as palavras de Eugénio de Andrade. Mas a dialética é uma realidade, e Paula Rego, Francis Bacon, Lucien Freud e os flamengos que mencionas sabiam-no bem: a beleza pode fazer-nos vislumbrar tristezas e perdas.
Gostamos todos de te ter neste grupo, agora fata darmo-nos rosto!

2/4/19  

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