quinta-feira, maio 21, 2026

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Agrades

As palavras são ambíguas e podem referir ideias completamente diferentes.

Nomes de danças conseguem levar-nos a outras realidades ou não... 

Cada um dança conforme quer e sabe!

Dia   7 - Vira

Dia 14 - Salsa

Dia 21 - Bolero

Dia 28 – Rusga

7. Teresa Silva


 

Grande música, o bolero de Ravel.

Teresa Silva 

6. Mónica

Lembro-me de ficar surpreendida com o sucesso popular da música "Bolero" de Maurice Ravel por causa do filme "Les uns et les autres" com muitos atores famosos à época, uma espécie de união de vedetas: o realizador, o filme, os atores, a música, o autor da música, belezas, romances, sonhos e coincidências. Apesar de tudo isso não me lembro do que tratava o filme. O bolero é inesquecível. Olé!

Mónica

5. Mena M


Há já uns tempos que ando à procura do filme "Les uns et les autres", com a inigualável e inesquecível interpretação do Bolero por Jorge Donn, nas diversas plataformas de entretenimento, infelizmente sem resultado. Nestas buscas encontrei a versão alemã que tem um título que de forma alguma identificaria com o original: "Ein jeglicher wird seinen Lohn empfangen“ -  “Cada um receberá sua recompensa”. Fiquei a saber que é do versículo bíblico 3:8 da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, que diz: "O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho".

Mena

P.S. imagens da net

4. Margarida


Bolero

À falta da dança ou da bebida, aqui fica o que trouxe da Índia, há muitos muitos anos atrás.

Margarida

3. M


 

                

Inesquecível a cena final interpretada pelo bailarino Jorge Donn no filme Les Uns et les Autres de Claude Lelouch realizado em 1981. Lindos de morrer são a música de Maurice Ravel e o movimento cadenciado do corpo do bailarino a dançar o Boléro num crescendo que nos envolve e se deseja interminável. Segundo li, esta obra nasceu do pedido feito ao compositor pela actriz e bailarina russa Ida Lvovna Rubinstein para ele compor a música para um novo bailado. Seria ela a escolhida para o dançar no dia da estreia em Paris na Ópera Garnier, em 22 de Novembro de 1928. De boa vontade teria eu assistido a essa apresentação sentada na plateia, ataviada com um bolero elegante escolhido para a ocasião. Limito-me a vestir roupa mais prática e, no silêncio da minha sala, oiço, sempre que me apetece, o CD comprado em 1987, ou revejo o filme no ecrã da televisão. E ainda, quem sabe, poderei eventualmente ter a possibilidade de voltar a encantar-me com ele nalgum cinema que apresente obras antigas de relevo.

Bolero de Ravel - Metropolitana

2ª Foto retirada da Net