Era apenas... um livro,
entre uma dúzia deles que havia lá em casa. “Esteiros” de
Soeiro Pereira Gomes, edição de 1942. Abria com a dedicatória
“Para os filhos dos homens que nunca foram meninos, escrevi êste
livro”.
Eu própria era uma criança e esta
frase perseguiu-me e marcou-me durante muitos anos. Até a entender
duma forma tão abrangente que nunca a esqueço. Nunca mais.
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