quarta-feira, março 03, 2021

3. Justine

Ninguém lhe pode negar imaginação, mas não sei se se pode chamar irreverência àquilo que a move. Provocação? Oportunismo? Não me decido por uma classificação, sei que os seus trabalhos sempre me suscitaram curiosidade ao ponto de não perder as suas primeiras exposições, que me levaram com frequência a repensar a minha definição de arte, alargando-a. Concluí contudo quase sempre, observando os seus trabalhos, que JV é acima de tudo uma artesã polémica, atrevida e sim, talvez irreverente…

Justine

(fotografia de um trabalho de JV, exposição no Palácio da Ajuda, em Junho de 2013)

2. Bettips

A “instalação” “Néctar”, de 700 garrafas como árvore, imaginada por Joana Vasconcelos, foi escolhida entre várias propostas para a inauguração do Museu da Fundação Berardo, no CCB, em 2007. Teve várias posições no tempo, já a vi no pátio à entrada da Fundação. Escolhi esta, com árvores a sério, pela fotografia ser precisamente de Outubro de 2007 e, originalmente, apresentada nos jardins das traseiras do edifício. “Irreverência” entre árvores reais.

Bettips

1. Agrades

Surpresa, espanto e vulgaridade são a base da criação irreverente de Joana Vasconcelos, amada por uns, odiada por outros.

Agrades