Ninguém lhe pode negar imaginação, mas não sei se se pode chamar irreverência àquilo que a move. Provocação? Oportunismo? Não me decido por uma classificação, sei que os seus trabalhos sempre me suscitaram curiosidade ao ponto de não perder as suas primeiras exposições, que me levaram com frequência a repensar a minha definição de arte, alargando-a. Concluí contudo quase sempre, observando os seus trabalhos, que JV é acima de tudo uma artesã polémica, atrevida e sim, talvez irreverente…
Justine
(fotografia de um trabalho de JV, exposição no Palácio da Ajuda, em Junho de 2013)


