A coisa mais nova do momento é a IA, uma invenção previsível e boa a substituir o homem em tarefas repetitivas, minuciosas, em grande quantidade, etc. Da parte lúdica tenho uma mistura de curiosidade em explorar e medo das consequências da minha curiosidade, ou seja, a IA não nos oferece uma ferramenta para brincarmos sem nos tirar nada, tal como as redes sociais, meios de comunicação tipo WhatsApp, informação na internet, etc. Se ao princípio pode ter graça sermos inundados com coisas, sons, imagens que a IA até adivinha o que gostamos, no fim torna-se claustrofóbico. No trabalho, na pesquisa de casas, algumas imobiliárias têm IA para decorar as casas que vendem, arrisquei, pediram-me tantas permissões ao meu computador que desisti. Em casa nem pensar, não arrisco. Sinto-me alienada de uma coisa nova. Será que faço mal?
Mónica
4 comentários:
Ainda não estou muito rendia à IA
Eu vou evitar ao máximo. Mas com a tua novel idade será melhor saber mais da "coisa" porque ela, pelos vistos, está para ficar e baralhar.
Até as guerras já são comandadas pela IA :(
A IA é um assunto estranho para mim, não estou fascinada. Acho que anda muita gente a apalpar o terreno sem saber onde pisar com segurança.
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