Vira a folha do calendário, porque o Maio já
chegou, e o nosso desafio é mesmo VIRA!E viro o meu pensamento para um festival de música onde captei uma
imagem dum par a dançar aquela dança tão nossa.
era isto mesmo que eu dançava mas com o lenço no pescoço, lenço na cabeça estava reservado às autóctones e era mal visto. Bem, desculpem lá as memórias politicamente incorretas
vi dançar o vira num barco de passeio no Rio Mandovi, em Panjim, Goa, indianos a fingirem serem portugueses, achei bonito guardarem as memórias coloniais como uma herança positiva e turística, mas foi confuso, ali tão longe, o vira. é como dançar o samba no carnaval de Torres Novas e por aí fora, a globalização
Gosto de te ler, as memórias. É interessante que guardem memórias nossas, mesmo adaptadas a outros seres e costumes. Incorrecta é a postura de agora, da chamada raça "deus pátria e família".
6 comentários:
O verdadeiro "vira"
De Viana parece a dança pelos bordados, imagino: "Ó minha Rosinha eu hei-de t'amar /De dia ao sol, de noite ao luar".
Um momento de frescura a lembrar-me quadros de Silva Porto. Bem bom quando uma fotografia nos leva o pensamento a dançar também noutros lugares.
era isto mesmo que eu dançava mas com o lenço no pescoço, lenço na cabeça estava reservado às autóctones e era mal visto. Bem, desculpem lá as memórias politicamente incorretas
vi dançar o vira num barco de passeio no Rio Mandovi, em Panjim, Goa, indianos a fingirem serem portugueses, achei bonito guardarem as memórias coloniais como uma herança positiva e turística, mas foi confuso, ali tão longe, o vira. é como dançar o samba no carnaval de Torres Novas e por aí fora, a globalização
Gosto de te ler, as memórias. É interessante que guardem memórias nossas, mesmo adaptadas a outros seres e costumes.
Incorrecta é a postura de agora, da chamada raça "deus pátria e família".
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