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Como num filme... uma manhã igual às outras, as abas da saia do quimono revoltearam à volta duma pétala, duma humilde erva, pousaram por momentos num muro com os pés frescos no musgo, seguiram a prata dum ribeiro manso. Sonhou subir bem alto pelo tempo bom, sonhou amores e flores, sonhou um filho: tal "Madama Butterfly" veio morrer na concha da minha mão, perdido o brilho das suas asas. Recolhi-a com ternura.
Bettips
3 comentários:
Que bonito filme!
Pobre Butterfly! Sayonara, lindo marujo infiel.
Belo texto, Betty!
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