Olhalvo, aldeia do Concelho de Alenquer, com casa senhorial e a família que lá habitava.
Luisa
Nota: a segunda fotografia foi acrescentada hoje, dia 10, a pedido da Luisa.
M
Olhalvo, aldeia do Concelho de Alenquer, com casa senhorial e a família que lá habitava.
Luisa
Nota: a segunda fotografia foi acrescentada hoje, dia 10, a pedido da Luisa.
M
Na aldeia todos se conhecem e são na maioria familiares mais ou menos chegados que entre si trocam produtos das terras que ainda vão amanhando, que velam pela segurança e bem estar dos mais velhos, que acolhem visitantes e lhes dizem, leve estas florinhas, umas alfaces, prove lá esta pinga. Não são perfeitos, são humanos, têm as suas discórdias, zangas de palavra azeda, disputas de chão que nem sempre a bem se resolvem.
Conhecem a aldeia e a vila próxima, mas são dali, da terra pequena de campos arejados, da igreja que alindam para a festa da padroeira. É o sentimento identitário que os vai salvando dos assaltantes, do isolamento, da indiferença das novas selvas.
A fé na justiça divina conforta-os, preservam os ensinamentos dos antepassados que procuram legar aos filhos, aos netos, mas sabem que o mundo mudou e também a aldeia vai perdendo a inocência.
Licínia
(A foto é de uma aldeia chamada CODEÇAL, junto à Tapada de Mafra.)
As aldeias de xisto na Serra da Lousã, rodeadas por paisagem verde, nublada e onírica, à sua volta castanheiros, cogumelos e animais, de aspecto austero na sua arquitectura característica, são um exemplo das belezas que este país ainda preserva. Há em redor um toque mágico, o ar é puro e ouve-se o silêncio. O ambiente destas aldeias é relaxante, misterioso e encantatório.
Nunca esquecerei o passeio que por lá dei…
Justine
Ia dizer: eu gosto muito de aldeias… Mas como não gosto de todas e, por outro lado, gosto de tantas coisas, limito-me a apresentar duas fotografias desta. Que há anos se descobriu num acaso, nas voltas pelo interior do Algarve: aldeia de Silveira, Pereiro. Antigo monte de lavradores, com registo de ocupação desde o séc. XVIII, desabitada há décadas. Forno na rua e caminho para as casas. Andar por ali foi uma sensação inexplicável.
Bettips
A cerca de 40 km da capital há uma aldeia deserta, onde não vive uma única pessoa, que se chama Aldeia de Broas. O que lá se encontra são ruínas e vestígios de vida, não muito longínqua.
O mesmo aconteceria à aldeia da Mata Pequena, também nas barbas de Lisboa, se um empreendedor não tivesse comprado as casas desabitadas e as transformasse numa pacata aldeia saloia virada para o turismo rural.
Agrades