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quinta-feira, fevereiro 11, 2016

AGENDA PARA FEVEREIRO DE 2016



Dia 18 – Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Benó.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Benó
Dia 11 - Reticências com a frase “Naquele dia“ a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

11. Zambujal



Naquele dia…
(e já lá vão quinze!) … bem… naquele dia, regressado da ida a Cabo Verde, ‘inda cheio de Cidade Velha, Chã de Caldeiras, Praia e Salrei, desarrumado o “trolley”, nem desliguei do despertador para as alvoradas em aeroportos. Às 7 horas tinha de ir cumprir o dever cidadão de fazer parte de uma mesa de voto para as presidenciais; e foi o dia inteiro – naquele dia –, até à contagem dos votos entrados na urna, e ao jantar de “convívio”, e ao serão de pesadelo televisivo.
No final daquele dia caíram-me em cima muitos outros recentes antecedentes (ah!, os 80 antecedentes!). Ainda não recuperei…
Zambujal

10. Teresa Silva



Naquele dia, ninguém passeava no jardim nem procurava admirar a vista sobre Lisboa. 
Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento



Naquele dia, ao amanhecer, após uma noite violenta, assinalada por duzentos mortos, entre os quais vinte crianças, acordei para uma luz cinzenta e salvadora. 
Rocha de Sousa

8. Mena M.



Naquele dia o mar encheu-se de coragem e fez uma declaração de amor à minha praia. 
Mena

7. M.



Naquele dia a lebre compreendeu que subir às alturas tinha sido um sonho demasiado arriscado. 
M

6. Luisa



Naquele dia, como chovia, substituí o meu passeio por uma arrumação de caixas. E, de repente, encontrei este programa, escondido por baixo dum postal. Achei-o tão engraçado que o mandei para vários amigos da minha terra.
Nenhum reagiu e só depois percebi que eu era a única que ainda sabia quem eram as pessoas indicadas no folheto.
Não volto a arrumar caixas. 
Luisa

5. Licínia



Naquele dia levantei-me mais cedo do que o costume, já que de madrugadas nunca fui. Valeu a pena para poder saudar um dia ainda menino já bem claro e luminoso. As luzes na rua estavam acesas e davam ao cenário um toque de fantasia e desacerto. 
Licínia

4. Justine



Naquele dia, ao caminhar pela cratera do vulcão, ao pisar chão coberto de telhados de casas engolidas pela lava, ao olhar para as gentes que puseram mãos à obra e recomeçaram tudo, aprendi muita coisa: que doçura não é fragilidade; que pobreza pode ser dignidade e orgulho; que tenacidade nasce das tripas e do coração, ligados.
Naquele dia, creio ter aprendido, de vez, a relativizar as perdas. 
Justine 
(um dia de Janeiro em Chã de Caldeiras, Ilha do Fogo, Cabo-Verde)

3. Bettips



Naquele dia eram umas 6 e tal da manhã e já tínhamos de ir tomar o pequeno almoço e arrumar a mala, para mais uma etapa dos "Caminhos de Santiago". Desta vez e ainda estremunhados, nem imaginávamos que de Allariz até à noite, em Ourense, iríamos andar mais de 15km (ou 20?? ou??). Começando em Santa Maria de Augas Santas, atravessando florestas de carvalhos e castanheiros floridos, saltando pedras em ribeiros e lameiros, visitando velhas igrejas e lugares de lendas, caminhando no encanto das terras, entre aldeias, vales e montes.
Digo a todos os amigos que vale a pena, mesmo sem exaurir as forças em "peregrinação" e guiados por alguém que conheça as alternativas pelos lugares mais afastados das estradas comuns, fazer pelo menos uma parte deste caminho introspectivo e encantador. Não tem a ver com a chegada nem a partida: tem mesmo a ver com o caminho! 
Bettips

2. Benó



Naquele dia, era domingo, os manos vieram de sotavento até barlavento para mergulhar nas águas frias das praias que eles adoram. Riram, brincaram e, como sempre, mimaram os pais. Para ficar registado esse encontro, tiraram uma selfie bem divertida que foi guardada e serviu para este desafio em época carnavalesca. 
Benó

1. Agrades



Naquele dia o céu prometia tempestade e, ao mesmo tempo, mostrava uma nesga do arco íris que augura, sempre, felicidade. E, finalmente, como foi? Pesado e negro ou abençoado pelo arco? Não me lembro, foi um dia como os outros. 
Agrades

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

AGENDA PARA FEVEREIRO DE 2016

Proposta de Benó
Dia 11 - Reticências com a frase “Naquele dia“ a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Benó
Dia 4 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaMos” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.

9. Teresa Silva



                       Mosteiro

O magnífico mosteiro de Guadalupe.
Teresa Silva

8. Mena M.



                 Mostra

7. M.



                          Mós

(Museu do Moinho Vitorino Nemésio, Portela de Oliveira, Penacova)

http://www.cm-penacova.pt/site/index.php?target=showContent&id_website=1&id=22&id_lingua=1&menu=59&id_pai=46

6. Luisa



Amostra dos belos tecidos que se vendem nesta loja da Ericeira. 
Luisa

5. Licínia



                       Fumos

4. Justine



                          Mosleme

3. Bettips



                        Mostrengo

O mostrengo que está no fim do mar 
Na noite de breu ergueu-se a voar; 
À roda da nau voou três vezes, 
Voou três vezes a chiar... 

Fernando Pessoa, em "Mensagem", 1934

2. Benó



                         Mós

1. Agrades



              À mostra

quinta-feira, janeiro 28, 2016

A CAMINHO DE FEVEREIRO

Henri Matisse (1869 - 1954), Palme Blanche sur fond bleu, 1947 
Gouache découpée - Tempera - 54 x 40,5 cm 
Collection particulière - Private collection 

AGENDA PARA FEVEREIRO DE 2016



Dia 18 – Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Benó.

AGENDA PARA FEVEREIRO DE 2016

Proposta de Benó
Dia 4 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaMos” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.
Dia 11 - Reticências com a frase “Naquele dia“ a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 18 – Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Benó.
Dia 25 -  Fotografando as palavras de outros sobre o excerto
«Era o jantar das crianças. Sonhava a lâmpada o seu rosado lume tépido sobre a toalha de neve, e os gerânios rubros e as maçãs rosadas coloriam de uma áspera alegria aquele idílio simples de caras inocentes. As meninas comiam como mulheres, os meninos como uns homens. Ao fundo, dando o peito a um pequerrucho, a mãe, jovem, loira e bela, olhava-os sorrindo. Pela janela do jardim a clara noite de estrelas tremia, pura e fria.»
Platero e Eu (Susto), Juan Ramón Jiménez, Editora Livros do Brasil 

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Agrades
Dia 28– Fotografando as palavras de outros sobre o excerto 
«O silêncio é uma esteira onde nos podemos deitar.
Esteira de poeira cósmica, se eu olhar de novo o céu escuro. Esse azul do céu me lembra o chão do mar. Um mar, afinal, é só um deserto molhado, em vez de homens e camelos, tem peixes e canoas a passear nele. O deserto é parecido com o mar, o mar é parecido com o Universo cheio de estrelas pirilampas.
O deserto podia caber no peito do mar, o mar podia caber no corpo do Universo, o Universo só pode caber no coração das pessoas.»

Uma Escuridão Bonita, Ondjaki, Caminho.

10. Teresa Silva



"Esteira de poeira cósmica, se eu olhar de novo o céu escuro."

9. Rocha/Desenhamento

8. Mena M.



 “Esse azul do céu me lembra o chão do mar.”

7. M.



«O deserto podia caber no peito do mar, o mar podia caber no corpo do Universo, o Universo só pode caber no coração das pessoas.»

6. Luisa

5. Licínia



“O silêncio é uma esteira..."

4. Justine



(Ilha de Chipre)

3. Bettips



« O silêncio é uma esteira onde nos podemos deitar.»

2. Benó



"(…) tem peixes e canoas a passear nele."

1. Agrades



 “Esse azul do céu me lembra o chão do mar”.

quinta-feira, janeiro 21, 2016

AGENDA PARA JANEIRO DE 2016

Proposta de Agrades

Dia 28– Fotografando as palavras de outros sobre o excerto 

«O silêncio é uma esteira onde nos podemos deitar.
  Esteira de poeira cósmica, se eu olhar de novo o céu escuro. Esse azul do céu me lembra o chão do mar. Um mar, afinal, é só um deserto molhado, em vez de homens e camelos, tem peixes e canoas a passear nele. O deserto é parecido com o mar, o mar é parecido com o Universo cheio de estrelas pirilampas.
   O deserto podia caber no peito do mar, o mar podia caber no corpo do Universo, o Universo só pode caber no coração das pessoas.»
Uma Escuridão Bonita, Ondjaki, Caminho.

O DESAFIO DE HOJE



Dia 21 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Agrades.

10. Teresa Silva

Estranha imagem. Passou um ciclone? Houve uma cheia e o rio arrastou o lixo? Ou simplesmente alguém resolveu fazer uma arrumação e deitar fora o que já não precisava?
 
Teresa Silva

9. Rocha / Desenhamento

Vejo a esfera com a superfície facetada por vidrinhos em forma de quadrado, toda a superfície reflectora, um objecto do recorrente maravilhoso suspenso no céu de qualquer sala de entretenimento ou dança ligeira - para dizer apenas o essencial.
E é de facto o que parece, como parece que o lugar se desfez por causas indeterminadas, sobrando assim, em destroços de uma eventual cobertura pouco cuidada.
Mas se a esfera é o que parece, as barras de madeira são outra coisa, talvez anterior ao abandono ali dos vidrinhos entretanto e eventualmente reflectindo o céu da manhã com laivos de nuvens. Seja como for, a fotografia ilude a história e conjuga destroços com a esfera das nossas ilusões nocturnas de sonho mágico e desejo.

Rocha de Sousa

8. Mena M.

Encontrou-o deitado por terra no meio dos escombros. O corpo, tanto quantos nos é dado ver, uma massa cinzenta, a cabeça uma bola de vidro. O rosto, um estranho quadriculado em tons de azul e branco, onde cresce selvagem uma barba de folhas verdes e flores seca.
Não se sabe há quanto tempo ali está, tão pouco de onde veio. Não fora a Agrades ter ali passado, de máquina fotográfica em punho, teria este estranho ser passado despercebido.

Mena

7. M.

Lembrei-me dela mal vi esta bola perdida no meio daquele lixo anónimo. Como vai longe o tempo em que eu ia ao Cinema Restelo, às vezes acompanhada pelos meus Pais, de eléctrico, com toda a calma do mundo, ao encontro de algum filme especial. E a bola de espelhos estava lá à nossa espera, pendurada no tecto alto da sala, e girando, girando, produzia um efeito muito belo à média luz espalhando luzinhas que me pareciam estrelas minúsculas a dançar nas paredes em volta. Lembro-me do fascínio que em mim provocava, mais o gongue a indicar o início da sessão e os cortinados que vagarosamente se abriam diante de mim.
Passaram os anos, a minha vida tomou rumos diferentes noutras zonas da cidade, o edifício foi transformado num supermercado e escritórios onde nunca entrei.

6. Luisa

E, apesar de todo o mal que lhe fazem, a Terra resiste.

Luisa

5. Licínia

O insondável destino dos objectos faz-me pensar no insondável destino dos homens. Do brilho dos salões ao mais apagado recanto da indiferença. Da vertical do luxo à indigência dos tempos. Todo o brilho se apaga, toda a cor desvanece, tudo quebra, tudo tomba, tudo. Na última prateleira, na última gaveta, alguém dirá do objecto: já não serve, falta-lhe um pedaço, estorva. Mais tarde, alguém o encontrará num lugar improvável, provisório, ainda, e dirá: como foi belo, o que o tempo faz.

Licínia

4. Justine

Caiu o mundo por terra! Ainda com uns laivos de infinito azul, embora já em pequeninas porções que em breve passarão da cor celeste para o cinza terroso.
Caiu o mundo por terra! E caiu no local certo, entre escombros, onde em escombros em breve irá transformar-se…
Justine

3. Bettips

Num repente dos olhos cépticos, deixo-me levar pela tristeza do mundo, da terra azul a que tantos dão tão pouca importância.

Bettips

2. Benó

Lembro-me da primeira vez que vi um globo igual ao da foto. Foi no cinema. Fomos ver oBucha e o Estica” no Cinema Restelo, mesmo ao pé de minha casa. Iamos a pé, às matinés para maiores de 6 anos, e ficávamos encantadas a olhar para uma esfera que pendia do teto e girava, girava a brilhar lançando pontos de luz pelas paredes. Era igual à da foto. Mais de meio século se passou e eis um objeto que fez parte das minhas tardes de matiné, esquecido, abandonado no lixo entre traves de madeira que serão, talvez, restos do telhado que sustinha essa bola mágica.
Benó

1. Agrades

Olhando a foto, lembro Elis Regina a cantar é de pau, é de pedra, é o fim do caminho...
Tudo tem um fim, o pau, a pedra, a bola de espelhos que certamente animou e reluziu noutros ambientes, tudo se transformará em pó, mais cedo ou mais tarde.

Agrades

quinta-feira, janeiro 14, 2016

AGENDA PARA JANEIRO DE 2016



Dia 21 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Agrades.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Agrades
Dia 14 - Reticências com a frase “Antes que seja tarde” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

10. Zambujal



Antes que seja tarde... mas, para tantos, 
parece ser sempre tarde. 
Porque nasceram de pais que eles 
não souberam “escolher”; porque cresceram sem 
nunca se endireitarem; porque vivem a más horas, 
a destempo. São os deserdados da sorte, 
são os que nunca foram herdeiros. Outros virão 
que farão do tarde, cedo, porque há, sempre, 
um começo renovado e cada um de nós é, 
também, o outro. Mas, para tantos, será tarde! 

Zambujal

9. Teresa Silva



Antes que seja tarde, vou já enviar a fotografia desta semana. 
Teresa Silva

8. Mena M.



Antes que seja tarde, aqui te mando a minha foto para o desafio da Agrades.
Antes que fosse tarde, corri a buscar a máquina, a noite descia a uma velocidade vertiginosa! 
Mena

7. M.



Antes que seja tarde é expressão usada por aí quando alguém não quer deixar fugir a ocasião de resolver assuntos urgentes, ou pendentes, com receio de os perder no esquecimento. Não conheço a origem da expressão, provavelmente a sabedoria popular observou a vivência real das pessoas nas suas comunidades ao longo dos tempos e acabou por condensá-la desta forma prática. Prática mas arriscada, penso eu, porque há várias sabedorias que por vezes se confrontam ou até se contradizem, fruto de experiências e conceitos diversos como, por exemplo, os que o provérbio Mais vale tarde do que nunca resume. Coitada, a palavra tarde, assim entalada entre outras de estatuto tão diferenciado, deve ficar baralhada com o sentido da sua própria existência. Mas como o gosto de esmiuçar as complexidades da linguagem humana parece enfastiar alguns, há quem encerre o assunto com um firme Mais vale cedo que tarde e tarde que nunca. Pronto.
Ui! Eu calo-me. Mas antes de ir, só mais uma coisa: de momento prefiro que a tarde me faça companhia entre a manhã e a noite. Completamente despojada de futuro.
M

6. Luisa



Antes que seja tarde e a autarquia decida transformar estas sessenta escadas, que tanto subi e desci na minha juventude, em quaisquer escadas rolantes ou aplicar-lhe um elevador amarelo, fui a correr tirar-lhe esta foto. São as escadinhas da Amargura em Alenquer, único acesso à casa onde morei durante anos. 
Luisa

5. Licínia



Antes que seja tarde, vamos lá fazer umas limpezas, mandar fora algumas poeiras invernosas, dar ar aos tapetes, aproveitar umas horas de bonança, que a chuva e o frio prometeram voltar, como é seu dever para com o calendário. 
Licínia

4. Justine



Antes que seja tarde, vou ao jardim colher os últimos botões de rosa! Em vez de os deixar a fenecer lentamente nas roseiras, como gosto que aconteça, vou trazê-los para casa. A chuva de hoje e a que virá amanhã destruirão as pequenas rosas, se não as recolher. 
Justine

3. Bettips



Antes que seja tarde e se acabe o almoço, mais vale deixar-nos tentar pelo maranho e pelo bucho, na Sertã. 
Bettips

2. Benó



Antes que seja tarde, torna-se necessário ir fazer um curso de fotografia para aprender como usar, devidamente, uma máquina fotográfica. Imagens desfocadas a parecer dia de nevoeiro só revelam aselhice de quem não sabe fotografar. Ou talvez não, e seja falta de vista, cataratas ou miopia. Ou uma simples brincadeira. Fico nesta. 
Benó

1. Agrades



Antes que seja tarde, segue o teu caminho. 
Agrades

segunda-feira, janeiro 11, 2016

JANEIRO

 
Henri Matisse (1869 - 1954La Tristesse du Roi, 1952
Papiers gouachés, découpés, collés et marouflés sur toile
Gouache on paper, cut and pasted on canvas - 2,9 x 3,8 m
Musée National d' Art Moderne - Centre Georges Pompidou, Paris
 

quinta-feira, janeiro 07, 2016

AGENDA PARA JANEIRO DE 2016

Proposta de Agrades
Dia 14 - Reticências com a frase “Antes que seja tarde” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Começámos bem o ano. Neste primeiro desafio de 2016 há uma variedade imensa de palavras. Parece que acordámos todos da letargia de dezembro. Eu por mim falo, que há algum tempo não converso aqui com cada um na sua assoalhada com uma janela aberta para o espaço.
M

Proposta de Agrades
Dia 7 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaVe” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.

11. Zambujal



                         Neve 

A caminho de... 

Zambujal

10. Teresa Silva



                            Ave

Quando não se sabe qual a fotografia a enviar pode-se sempre optar por uma gaivota que é uma ave muito fotogénica.
Teresa Silva