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quinta-feira, maio 19, 2016

AGENDA PARA MAIO DE 2016

Proposta de Jawaa
Dia 26Fotografando as palavras de outros sobre

O DESAFIO DE HOJE


 
Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Jawaa.

10. Teresa Silva

Não sei que flor é esta mas é, sem dúvida, muito bonita. Lembra a Primavera que tem tido dificuldade em impor-se, este ano.
Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento

«Com as palavras dentro do olhar», assim somos convidados a penetrar na imagem de uma flor. Se esta é uma rosa branca com belas aguadas rosa quente a emergir voluptuosamente do centro das pétalas, então esse é um dos universos neste género de seres vivos, meio da flora, que conservo na memória em termos de diferentes configurações e cores. A rosa branca é das mais belas e imprevisíveis.
Rocha de Sousa

8. Mena M.

Um lápis aguarelavel cor-de-rosa, um afiador novinho em folha, muita precisão e paciência e eis que temos uma linda flor de aparas, ou mesmo a saia de uma bailarina. Foi a imagem que saltou desta bela foto da Jawaa.
Mena

7. M.

Dançava como ninguém. Ajustava o corpo no vestido leve, colocava sobre os cabelos a flor acabada de colher no jardim e, com o sorriso suspenso entre os braços erguidos em arco, rodopiava durante horas a fio ao som da música que só ela ouvia.
M

6. Luisa

Quereria entrar nesse jardim e ficar sozinha a olhar a inocência das flores, longe das multidões que pisam e esmagam o que é natural e belo.
Luisa

5. Licínia

Deitou-se a descansar, a bailarina. O saiote de folhos abriu em flor e cobriu-lhe o sossego. Quem passava dizia: olha, uma rosa a dormir.
Licínia

4. Justine

O cravo vai ser para sempre a flor de Abril. E de Maio e do tempo todo, se assim conseguirmos que seja. O cravo já é mais do que uma flor, é o símbolo de mudanças desejadas e conseguidas. Este, o da foto, já não é o cravo rubro, jovem e vibrante de gente na rua a cantar. Este, o da foto, é de veludo suave, tranquilo e maduro. Pode ser visto como um cravo cansado… eu contudo preferia vê-lo como o cravo da serenidade e de algumas certezas!
Justine

3. Bettips

- O que queres ser quando fores grande? Bailarina!” respondia eu, pequena de 3 anos, pondo-me em bicos de pés. Gostava dos vestidos, das poses de borboleta e dos sapatinhos com atilhos nas pernas. Não sei onde fui buscar esta ideia, a alguma imagem de revista, que me acompanhou até à entrada na escola. Desde que me lembro e até há poucos anos, usei sabrinas pequenas e redondas e procurava todos os sapatos de Verão que se apertavam com fitas. 
Bailarinas em bailado, em pontas e folhos de tule cor de rosa, é o que me sugere a bela fotografia no âmago da flor. Lembro ainda Edgar Degas (1834-1917) que tinha uma forma tão etérea de pintar a dança.
Bettips

2. Benó

Com o olhar preso à linda flor fotografada faltam-me palavras dignas e apropriadas para escrever sobre ela. Na sua cor rosada parece frágil e delicada e tenho dificuldade em reconhecer o seu nome de baptismo. Sei, no entanto, que ao olhá-la sinto a serenidade dum jardim onde os pássaros cantam e um banco me espera para uma leitura ao fim do dia.
Benó

1. Agrades

Uma flor, uma simples flor, para exprimir o que sinto e vejo.
Tão clara nas pontas e escura nas zonas centrais e profundas. Como eu, como quase todos, guardamos no interior o mais importante e mostramos apenas o superficial em tons suaves.
Agrades

quinta-feira, maio 12, 2016

AGENDA PARA MAIO DE 2016



Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Jawaa.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Jawaa
Dia 12 - Reticências com a frase “A voz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

11. Zambujal



                                     VOZ… 
                    que deu voz a muitas vozes. 
                   Da terra e das gentes. Nossas! 
Zambujal

10. Teresa Silva



A voz que faz parte do imaginário de Lisboa. 
Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento



A voz desata-se numa terra agrilhoada, onde este homem perdeu há dias dois filhos, sempre a gritar por eles. Perdeu-se em lutas, cada vez se interroga mais. Porque nos escravizam assim? Porque nos perdemos na fuga dos nossos entes queridos? Porquê? 
Rocha de Sousa

8. Mena M.



A voz não a podeis ouvir, mas posso-vos garantir que a Emílie gritou bem alto, que parasse a roda, que estava tão tonta que já não tinha quase forças para se agarrar. 
Mena

7. M.



A voz do passado é por vezes tão autoritária e austera que contamina o presente e o fragiliza. 
M

6. Luisa



A voz veio pelos cabos, de longe, da cidade, e far-se-á ouvir noutro núcleo populoso, lá mais adiante. A aldeia fica assim em sossego a contemplar os montes. 
Luisa

5. Licínia



A voz das águas dum rio que avança obedecendo ao vento, ao relevo dos fundos, à tentação do verde que das margens lhe acena, pode ser um choro, um canto, um anúncio, um protesto. A voz dum rio transporta a nossa fala. 
Licínia

4. Justine



A voz da natureza ouve-se por todos os cantos do jardim. Há para todos os gostos: ora são os melros zangados, ora são as rolas namorando, ora é uma miríade de outras aves que eu não reconheço mas que me presenteiam com concertos afinados. Uma delas fez o seu ninho na garagem e todas as manhãs me cumprimenta com um pio, sem medo mas atenta. Mais à noite há um bufão que entoa um lamento ritmado. E cobrindo todas estas vozes, ecoa o zumbido permanente, surdo, inquietante das abelhas, que trabalham sem descanso no mar perfumado das flores da glicínia. 
Justine

3. Bettips



A voz doce e triste que quase ouvimos, ao olhar este belíssimo quadro. 
Bettips

De: John William Waterhouse, "The Lady of Shalott", 1888, Tate Britain, Londres.

2. Benó



A voz das gaivotas quando disputam alimento arrasta-se sobre a relva, sobe em tons agudos para se dependurar nos ramos das árvores avisando outras aves que aquele banquete lhes pertence. Naqueles momentos de saciedade fala alto a voz da fome. 
Benó

1. Agrades



A voz que me soa melhor não é a do grande tenor nem a da estrela rock do momento; é aquela que sussurra ao ouvido e enche o coração.
Agrades

quinta-feira, maio 05, 2016

AGENDA PARA MAIO DE 2016

Proposta de Jawaa
Dia 12 - Reticências com a frase “A voz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Jawaa
Dia 5 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaRi” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.

11. Zambujal



             Andorinha
  
E salvou-se a andorinha.

Zambujal

10. Teresa Silva



            Ritual

9. Rocha/Desenhamento



                 Risonho

Risonho, aberto ao aceno dos outros, todos risonhos, sob um sol de Primavera e formando vários ritos para ela, risos em dança e flores, ribaltas de jardim, risadas ritmadas na dança de Rivera ia saltando cada vez mais diante da multidão perante a catedral e os seus rituais.

Rocha de Sousa

8. Mena M.



                     Passarinho

7. M.



                        Riacho

6. Luisa



                        Ribeiro

5. Licínia



        Memorial, segundo Saramago


Aqui vai um pedaço da "pedreira de D. João V", segundo Herculano.
Para mim, é "a minha casa grande".

Licínia

4. Justine



                         Risonha

3. Bettips



              Ribeiro


Vilarinho das Furnas era uma aldeia comunitária (Campo, Gerês) submersa em 1971, pela barragem do mesmo nome. As águas deste pequeno ribeiro passearão algures, nas ruas e por entre as ruínas, afugentando as dores e os fantasmas das pessoas que lá viveram.

Bettips

2. Benó



                      Ribeira

1. Agrades



                       Chouriços

quinta-feira, abril 28, 2016

AGENDA PARA MAIO DE 2016



Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Jawaa.

AGENDA PARA MAIO DE 2016

Proposta de Jawaa
Dia 5 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaRi” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.
Dia 12 - Reticências com a frase “A voz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Jawaa.
Dia 26Fotografando as palavras de outros sobre


MAIO POR PERTO

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Justine
Dia 28Fotografando as palavras de outros sobre o excerto

“… Eu percorria lentamente esse extraordinário jardim de flores humanas, pensando que uma cidade, tal como uma pessoa, reúne as suas predisposições, os seus apetites e os seus temores. Cresce para a maturidade, produz os seus profetas, declina na senilidade, na velhice ou na solidão, que é ainda a pior de todas as coisas. Inconscientes de que a cidade está moribunda, os vivos continuam a sentar-se nas ruas, como cariátides sustentando a noite, com as dores do futuro pintadas nas pálpebras; …”
Justine” in Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, editora Ulisseia, 1976

10. Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento

8. Mena M.



“... Eu percorria lentamente esse extraordinário jardim de flores humanas (...)”

7. M.

6. Luisa

5. Licínia

4. Justine

3. Bettips

2. Benó



“... Eu percorria lentamente esse extraordinário jardim de flores humanas, pensando que uma cidade, tal como uma pessoa, reúne as suas predisposições, os seus apetites e os seus temores.”

1. Agrades



... As dores do futuro pintadas nas pálpebras...”

quinta-feira, abril 21, 2016

AGENDA PARA ABRIL DE 2016

Proposta de Justine
Dia 28Fotografando as palavras de outros sobre o excerto

“… Eu percorria lentamente esse extraordinário jardim de flores humanas, pensando que uma cidade, tal como uma pessoa, reúne as suas predisposições, os seus apetites e os seus temores. Cresce para a maturidade, produz os seus profetas, declina na senilidade, na velhice ou na solidão, que é ainda a pior de todas as coisas. Inconscientes de que a cidade está moribunda, os vivos continuam a sentar-se nas ruas, como cariátides sustentando a noite, com as dores do futuro pintadas nas pálpebras; …”
Justine” in Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, editora Ulisseia, 1976

O DESAFIO DE HOJE



Dia 21 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Justine.

9. Teresa Silva

Foram-se todos embora, mas esqueceram-se de desligar as luzes.

Teresa Silva

8. Rocha/Desenhamento

Confrontado com uma bela fotografia de interior (proposta por Justine) sinto uma curiosa relação entre o boneco encantatório à direita, como se me convidasse a entrar e a fruir o espaço longilíneo de que não tenho informação de usos mas sinto pleno, aberto à descoberta, à revelação seja do que for, entre funções, serviços, coisa de que se conhece o nome antecipado ou mal sabemos lá existir. A um olhar primeiro, num espaço aberto ao gesto bem respirado, expresso e aberto em sedução das superfícies polidas, dos brilhos que chegam de fora e ressaltam em vários planos da arquitectura. Sem saber (ou fingindo desconhecer) que corredor é este e aonde me leva, diria que ele se chama CONVITE e nos tenta anunciar BEM ESTAR.

Rocha de Sousa

7. M.

Ao olhar para esta fotografia, o que me salta de imediato à vista são os olhos espantados daquilo que me parece ser um avião de entreter meninos a quem tentaram dar um aspecto humanizado. Coitado, preso à parede por um fio eléctrico, contrasta com a sua própria natureza de voos livremente desejados.
Não aprecio estas máquinas. Acho-as enganadoras. E sempre que vejo crianças empoleiradas em cima delas (por vezes depois de uma luta terrível com os pais ou avós babados para conseguirem o que julgavam valer a birra), balançando para a frente e para trás sobre o ruído rouco de um motor que se desejaria real, fico a cogitar que pensarão elas na verdade. Divertimento limitado. Fantasias de adultos de telemóvel da última geração a postos para as selfies narcisistas da praxe com laivos de ternura à mistura. Questões de formatação, ou não vivêssemos nós numa época de formatações de tudo e mais alguma coisa.
Todo aquele ambiente dos centros comerciais é ligeiro, artificial, materialista, consumista, cansativo, esvaziado de silêncio. Não seria muito mais saudável as crianças passearem ao ar livre, correrem, apreciarem as cores que a Natureza lhes oferece, descobrir aviões a brincar às escondidas entre nuvens verdadeiras no céu e imaginarem-se dentro deles?
Estas máquinas que só se movem com euros e tempos marcados pelo negócio não me atraem. Para imaginar não é preciso gastar nem um cêntimo.
M

6. Luisa

Tirem-me as crianças dos Centros Comerciais!!! Levem-nas para as feiras ao ar livre onde poderão brincar com cavalinhos de madeira, moinhos de papel ou cadeirinhas de palha. (Põe-se-me a dúvida: ainda haverá tais artefactos???). 
Luisa

5. Licínia

São os espaços interiores onde a luz do Sol não entra, com as suas avenidas sem árvores, as suas lojas de ilusões. São as novas cavernas que Saramago tão bem observou, passeios de sombras, de gente desconhecida que nunca se conhecerá. São espaços emblemáticos duma modernidade asséptica, vivida no limiar da virtualidade. Um dia os espaços ficarão vazios, como ruas de cidade abandonada, e as pessoas voltarão ao Sol, ao vento, à percepção dos dias e das noites. 
Licínia

4. Justine

Vejo o corredor de um centro comercial igual a tantos outros. Vejo as montras de encantar adultos e o aparato de aliciar crianças. Vejo a iluminação fria, adequada e desumana.
Não vejo pessoas, as pessoas que compram objectos supérfluos ou que apenas passeiam o vazio dos dias. Não vejo o silêncio que se ouve nesses locais, apesar do ruído habitualmente ensurdecedor. Não vejo o local onde estou.
Houve, naquele momento que a fotografia registou, uma suspensão do tempo, uma ausência de espaço e uma fuga da realidade… para, rapidamente, tudo voltar ao quotidiano banal! 
Justine

3. Bettips

Todo este viver é uma passagem, somos muitas vezes nós que a tornamos mais artificial ou mais natural, escolhendo: entre centros comerciais e galerias, que nos prometem alegrias e brincadeiras várias mas são iguais em todo o mundo, ou as ruas, as paisagens, o ar claro, as pessoas, que serão sempre diferentes. Ali dentro da fotografia não chove, tudo brilha e, contudo, a solidão que se sente! 
Bettips

2. Benó

Apesar do chão brilhante, das montras a anunciarem as últimas baixas, de tantos outros apelativos que, certamente, terá, parece que os clientes escasseiam neste Centro Comercial. 
Benó

1. Agrades

Olho, miro, interrogo-me e o que vejo? Solidão e um ponto de fuga. O resto, a limpeza espelhada na imagem bem como o boneco sem crianças, são apenas acessórios. 
Agrades

segunda-feira, abril 18, 2016

Um presentinho


 
Já que estou tão parca de palavras, ofereço-vos a serenidade desta paisagem de que tanto gosto.
M

quinta-feira, abril 14, 2016

AGENDA PARA ABRIL DE 2016



Dia 21 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Justine.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Justine
Dia 14 - Reticências com a frase “Quando a noite” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

12. Zambujal



QUANDO A NOITE chega… é preciso acender o candeeiro para que se faça luz sobre as teclas do computador onde os dedos correm (e alguma sobeje para quem os faz correr). Mas, antes, ilumina-se, quase incandesce, a mancha vermelha dos restos do cravo de papel que me foi oferecido o ano passado pelos alunos do 6ºB da escola onde por estes dias vou voltar. Serão outros os jovens, terei eu mais um ano, contar-lhes-ei as mesmas histórias de outra maneira, com a mesma alegria de sempre que conto o 25 de Abril que vivi. E vivo! 
Zambujal

11. Teresa Silva



Quando a noite começa a cair, toda a paisagem muda. 
Teresa Silva

10. Rocha/Desenhamento



Quando a noite chega, uma espécie de cegueira escurece as coisas. Por vezes vem depressa, em certos dias de Inverno. E outras vezes, quando o Verão é anunciado, o sol esconde-se e a paisagem, nos vales de certas orografias, escurece e "apaga" em larga medida as covas dos bosques. 
Rocha de Sousa

9. Mena M.



Quando a noite se aproxima, a hora é de paz e grande beleza. A natureza recolhe-se, mas as grandes cidades nunca dormem. 
Mena

8. M.



Quando a noite se aproxima, o dia resguarda-se e as borboletas adormecem na doçura do corpo da menina. 
M

7. Luisa



Quando a noite se instala, instalo-me também. 
Luisa

6. Licínia



Quando a noite se anuncia, ponho os olhos no céu, em despedida e louvor ao dia solar, em boas vindas ao tempo nocturno. É o que faço à minha janela aberta ao mundo. 
Licínia

5. Justine



Quando a noite cai é como se se entrasse numa outra realidade. De dia, é uma praça mal tratada, fria e feia, com bancos degradados, caixotes de lixo virados por gente ou por bichos, e velhos pobres, tristes e sós vivendo de memórias, mas procurando, nas conversas com os outros, ainda um vínculo com a vida. Quando a noite cai tudo isso desaparece, e a praça transforma-se num cenário de silêncios, beleza e mistério… 
Justine

4. Jawaa



Quando a noite abre o seu colo e aninha o astro que nos deu luz, uma outra vida se acende nas trevas, nos campos, nas cidades, nos seres. 
Jawaa

3. Bettips



Quando a noite ou mesmo a penumbra se instala connosco, bastaria a simples visão de algo branco e esperançoso para nos animar um pouco. Mesmo não sendo uma vela acesa, poderia ser um sorriso ou uma palavra... 
Bettips