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quinta-feira, janeiro 19, 2017

AGENDA PARA JANEIRO DE 2016

Proposta de Rocha/Desenhamento
Dia 26Fotografando as palavras de outros sobre o excerto
«Partiram imediatamente. A duzentos metros da quinta, Marat tomou Annie pelo braço e conduziu-a para um silvado; muito próximo, descobriram o desenho de um carreiro que descia entre as árvores. Um pouco mais longe um assobio fê-los ocultar-se no arvoredo; o cura e as suas tropas, em fila indiana, lançados em bicicleta, ultrapassaram-nos silenciosamente, quase roçando-os. De novo não mais do que os ruídos da Primavera: o coaxar das rãs, o trilar dos grilos, o apelo de uma coruja, o canto do rouxinol.
Depois, ao longe, o rolar de um comboio na linha principal.»
Roger Vailland, Cabra Cega

O DESAFIO DE HOJE



Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Rocha/Desenhamento.

11. Zambujal

COISAS ESPALHADAS PARA QUE PALAVRAS ESPELHEM UM OLHAR…
 
Zambujal

10. Teresa Silva

Imagem curiosa. Gosto principalmente dos tons de verde e dos reflexos na água um pouco pantanosa. As loiças sobressaem, destacando-se o sapo muito colorido. Jardim do Museu de Lisboa ou nas Caldas da Rainha?
 
Teresa Silva

9. Mena M.

Que grande confusão!
Que faz um sapo a puxar a carruagem da Cinderela?
Ou estará à espera do beijo da princesa?

Mena

8. M.

Estranha fotografia esta. Naquelas águas esverdeadas vejo o que me lembra o capacete de um viking. Lançado ali? Juntamente com a cabeça do dito viking? Sei lá, não me espantaria que isso acontecesse depois de algum duro combate travado com adversários mal pusessem os pés em terra vindos do norte da Europa.
E, por incompreensível que possa parecer, vem-me de imediato à cabeça (não de viking a minha) a música da série de desenhos animados Vickie que passavam na televisão de outros tempos e prendiam a atenção de crianças e adultos (eu incluída): “ei ei Vickie, ei Vickie ei, no mar a viajar, ei ei Vickie, ei Vickie ei, sempre a navegar...”. Era tão gracioso aquele menino ruivo! Que contraste!
 
M

7. Luisa

" Lembra-se o rio da minha terra natal, na chamada zona da Cruz do Bufo". Pergunto-me é se esta foto com o sapo é tirada do natural ou do Bordalo Pinheiro. 
Luisa

6. Licínia

A RÃ E A ABÓBORA
Um dia, não muito distante, por ironia do destino e do fotógrafo, encontraram-se no mesmo charco uma rã e uma abóbora, com algumas pedrinhas de permeio.
Perguntou a rã:
- Porque tens tão má cor, abóbora?
Retorquiu a abóbora:
- Porque és só metade verde?
Dito isto, ambas emudeceram e se quedaram aguardando explicações superiores.
Moral da história:

De pedrinha em pedrinha se faz uma fotografiazinha.”

Licínia

5. Justine

A água é verde – pressupõe águas paradas ou é apenas o reflexo da vegetação em redor? As pequenas esculturas em cerâmica dizem-me tratar-se de um jardim – público? privado? Nada consigo concluir, ficando intacto o encanto de uma fotografia ambígua que recusa revelar-se… 
Justine

4. Isabel

Intriga-me esta fotografia.
É natureza ou escultura?
Parece-me ver uma rã...azul?...Esverdeada?...
Gosto do reflexo das árvores na água e daquele pedaço de claridade que se descobre, reflectindo o céu.
Acima de tudo, intriga-me!
Natureza ou mão humana?

Isabel

3. Bettips

Os efeitos da fotografia não nos deixam perceber e descrever, com exactidão, o que se representa: lago, pedras, rã, água, reflexos. Mas “com as imagens dentro do meu olhar”, posso dizer que me veio à lembrança o lago, pouco estimado e sujo, do Jardim da Estrela. E a fauna e a flora que aí resistem, ao abandono. Acrescentam-lhe beleza as corridas encantadas das crianças e o passear dolente dos mais velhos, o voo apressado dos pássaros e o afago persistente das árvores antigas. 
Bettips

2. Benó

Reflexos no charco.

Benó

1. Agrades

Observando a foto, vejo rocha e desenhamento das folhas na água. 
Agrades

quinta-feira, janeiro 12, 2017

AGENDA PARA JANEIRO DE 2017



Dia 19- Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Rocha/Desenhamento.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Rocha/Desenhamento
Dia 12 - Reticências com a frase “Um dia, ao amanhecer” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

12. Zambujal



Um dia, ao amanhecer… 
Naquele dia, quando manhã começava a ser, levantei-me do aconchego no lugar de velhos lençóis de algodão e cobertores de papa, enrolei-me no roupão, enfiei os pés nas pantufas, e fui fazer o que me obrigava a sair de onde tão bem estava.
No regresso da casa de banho, os olhos até aí semi-cerrados abriram-se de espanto e encanto: no quintal, o sol de inverno recuperava à cobertura branca da geada o verde da relva. Ainda pensei ir lá perto, viver o só fotografado, sacrificar o apenas interrompido sono...
Com a temperatura a menos não sei quantos!? Fica para outro dia, ao amanhecer… 
Zambujal

11. Teresa Silva



Um dia, ao amanhecer, cheguei a Évora. Haverá cidade mais bonita em Portugal? 
Teresa

10. Mena M.



Um dia, ao amanhecer, fui à praia para assistir ao nascer do sol sobre o mar. Cheguei de língua de fora, pois corri cerca de 500m.
Já ia alto o sol, quando aquela nuvem gigante e escura resolveu finalmente deslocar-se para outras paragens. 
Mena

9. M.



Um dia, ao amanhecer, abri a janela do quarto do hotel onde estava a passar o fim de semana e deliciei-me com a vista muito bela sobre Mora e a paisagem em redor. Tudo acordava para um dia novo. E eu também. 
M

8. Luisa



Um dia, ao amanhecer, verifiquei que tinha sido um sonho ver as lavadeiras a tratar da roupa nas lajes já gastas à beira-rio. As máquinas até a aldeia tinham invadido.
Luisa

7. Licínia



Um dia, ao amanhecer, vejo passar na minha rua um rancho de meninos. Penso: é deles este amanhecer. 
Licínia

6. Justine



Um dia, ao amanhecer, querendo sacudir de dentro de si os fantasmas da noite, ela vagueou pelo jardim procurando mudanças, ouvindo as aves a saudar o dia, respirando fundo. E mais uma vez se deixou maravilhar pela beleza e perfeição de uma vulgar obra que a natureza oferece aos olhos de quem quer ver: admirou a teia perlada de pingos de chuva, levantou a cabeça com determinação e encarou com coragem renovada o dia que começava! 
Justine

5. Jawaa


Um dia, ao amanhecer repentino a encher os olhos de uma pujança ordenada e serena, seguiu-se a certeza de que Deus não existe - pelo menos o deus, os deuses inventados pelos homens, desafiando a razão, em nome do qual a opressão, o sofrimento e a dor atravessaram os séculos.
Se há uma entidade que gerou o equilíbrio do Cosmos, criou a Terra e os Seres, ela mora aqui. 
Jawaa

4. Isabel



Um dia ao amanhecer... 
O Sol entrou pela minha janela
Acordou-me. Sorrindo, eu pensei:
- A vida é bela!!
Isabel

3. Bettips



Um dia, ao amanhecer, decidimos ir ao Sapal de Castro Marim, por caminhos ínvios e que agora nem são acessíveis. E contam-se os meus dias de amanhecer, porque os dias de insónias e deveres não me apetece registar. Por isso, talvez repetindo-me, recordo este. Não estava particularmente bonito o tempo, o céu enevoado e com pouca visibilidade, a máquina não era especialmente capaz de tirar fotos à distância. Mesmo assim, acordar às 5 ou 6 da manhã, andar mais de uma hora às voltas pelos canais intrincados e ver, de longe, o despertar das aves, foi uma bela experiência! 
Bettips

2.Benó



Um dia, ao amanhecer, ou seria ao entardecer? Não recordo mas sei que, algures no mar do norte, o sol envolto em véus dourados espreguiçava-se sobre este azul líquido cortado apenas pelo grande navio onde me encontrava. O céu parecia uma aguarela pintada nestas cores esbatidas de cinza e amarelo. Foram momentos inesquecíveis que registei para mais tarde recordar.
As fotografias têm esse dom de nos proporcionarem, para lá do momento presente, a satisfação das alegrias já sentidas. 
Benó

1. Agrades



Um dia, ao amanhecer, fui à janela ver como estava o tempo. Anunciava-se uma bela manhã propícia à partida para revisitar Córdova. 
Agrades

quinta-feira, janeiro 05, 2017

AGENDA PARA JANEIRO DE 2017

Proposta de Rocha/Desenhamento
Dia 12 - Reticências com a frase “Um dia, ao amanhecer” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Rocha/Desenhamento
Dia 5 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaPa” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.

NOTA: Parece-me que hoje teremos uma tarefa de adivinhação acrescida na janelinha do Rocha/Desenhamento. Garanto-vos que não foi esquecimento meu não surgir aqui nenhuma palavra. Incompatibilidade de géneros? Incompatibilidade de estilos? Já gritei aos quatro ventos e a palavra não apareceu. Talvez vocês tenham mais sorte do que eu. Se a receberem no vosso reino, digam

13. Zambujal



Papa-açorda

PAPA-açorda nunca foi alcunha que me tivessem posto… sempre fui mais PAra o tipo pepe-rápido ou trinca-espinhas e PArecidos cognomes, mas nunca, também, fui quebra-nozes e seca-adegas, embora goste de uns copitos de tinto bem partilhados (sem serem demais) e, além disso…

eh! PÁ!, PÁra lá com o PAlavreado que não há PAchorra ou PAciência, e PAra bom entendedor (depende do estilo dos homens…) meia PAlavra basta.”

Zambujal

12. Teresa Silva



Mapa

Praça Maria Luísa em Sevilha.
Teresa

11. Rocha/Desenhamento

10. Mena M.



Passe-partout

9. M.



Paredes

A memória da vida não precisa de chão, esvoaça dentro de nós. Tem crianças e adultos, quartos habitados e quartos vazios, portas por onde entramos com um sorriso nos lábios, salas com janelas onde nos encostamos para dizer adeus, vozes e silêncios, música e risos, árvores e flores, cor e sombras. Umas vezes conversa connosco, outras vezes cala-se para que a ouçamos melhor.
M

8. Luisa



tio conventual em Charnais

7. Licínia



Panos

PANOS de enxugar a loiça, alindados por mãos antigas, do tempo antes das máquinas de lavar e secar.
Licínia

6. Justine



Pisa-papéis

5. Jawaa


Paragem

4. Isabel


Panela de ferro

3. Bettips



Parede de papel

2. Benó



Parafusos

Se alguém precisar dum parafuso tem aqui muitos por onde escolher. Dourados ou prateados com diversos tamanhos ofereço de bandeja.
Benó

1. Agrades



Palha

quinta-feira, dezembro 29, 2016

2017

Para todos nós neste mundo de sobressalto em que vivemos desejo que em 2017 sejamos capazes de ser mais pacíficos, menos tristes, mais felizes, mais justos, mais generosos, mais compreensivos, mais amáveis, mais tolerantes, mais sensatos, menos materialistas, mais humanos.
A todos abraço e a todos agradeço a companhia que me fizeram ao longo de 2016.
M

AGENDA PARA JANEIRO DE 2017



Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Rocha/Desenhamento.

AGENDA PARA JANEIRO DE 2017

Proposta de Rocha/Desenhamento
Dia 5 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaPa” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.
Dia 12 - Reticências com a frase “Um dia, ao amanhecer” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 19- Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Rocha/Desenhamento.
Dia 26Fotografando as palavras de outros sobre o excerto
«Partiram imediatamente. A duzentos metros da quinta, Marat tomou Annie pelo braço e conduziu-a para um silvado; muito próximo, descobriram o desenho de um carreiro que descia entre as árvores. Um pouco mais longe um assobio fê-los ocultar-se no arvoredo; o cura e as suas tropas, em fila indiana, lançados em bicicleta, ultrapassaram-nos silenciosamente, quase roçando-os. De novo não mais do que os ruídos da Primavera: o coaxar das rãs, o trilar dos grilos, o apelo de uma coruja, o canto do rouxinol.
Depois, ao longe, o rolar de um comboio na linha principal.»
Roger Vailland, Cabra Cega

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Teresa Silva
Dia 29Fotografando as palavras de outros sobre o texto
"As digressões por Lisboa possibilitaram-me fazer um inventário sistemático dos museus que ia vendo e, quando já os tinha visitado a todos, comecei a tentar ver outras coisas, algumas menos acessíveis e menos óbvias. Havia uma curiosidade que fomentava tentar ver o que nunca tinha visto antes. E comportar-me como se fosse um estrangeiro na minha terra. Ou seja, visitar aqueles lugares que nós nunca visitamos porque estamos cá, visitá-los como se estivesse em Paris ou em Roma, com aquela ideia de as coisas não nos poderem escapar por podermos não voltar lá."
In: Anísio Franco, Caminhar por Lisboa, Porto Editora, Maio de 2016.

12. Zambujal

11. Teresa Silva



"...comecei a tentar ver outras coisas, algumas menos acessíveis..." 
Teresa

10. Rocha/Desenhamento

9. Mena M.



«Havia uma curiosidade que fomentava tentar ver o que nunca tinha visto antes.» 
Mena

8. M.

7. Luisa

6. Licinia



"... tentar ver o que nunca tinha visto antes." 
Alfama - Rua São João da Praça 
Licínia

5. Justine



(foto do Palácio da Independência, no Largo de São Domingos em Lisboa) 
Justine

4. Isabel


Candeeiro de Lisboa - "… comecei a tentar ver outras coisas, algumas menos acessíveis..." 
Isabel

3. Bettips



Foto tirada no Museu do Teatro Romano de Lisboa.
Bettips

2. Benó

O texto apresentado e sobre o qual nos é solicitado darmos o nosso olhar fala-nos de Lisboa. Há alguns anos que não visito a capital do império e as fotos que fazem parte dos meus arquivos, guardadas em álbuns, como era norma antes da era digital, são por demais antigas e sem qualidade fotográfica. Optei por esta imagem de S.Vicente que se encontra na Pousada do Infante, aqui em Sagres, por ser, não só o Padroeiro do Patriarcado de Lisboa como também o Padroeiro do Concelho de Vila do Bispo que institucionalizou o dia que lhe é dedicado, 22 de Janeiro, como feriado municipal havendo assim, uma ligação entre Lisboa e o Cabo de S.Vicente. Talvez gostem de ler este pequeno artigo que encontrei no blogue http://areense.blogs.sapo.pt sobre a lenda dos Corvos de S.Vicente que liga o nosso Promontório ao brasão do Município de Lisboa.
 
Lenda dos Corvos de S. Vicente

Um das mais conhecidas lendas é a dos Corvos de S. Vicente. Está historicamente registado que o monge Vicente “sofreu suplício até à morte em Valência” quando pregava o cristianismo. Os cristãos daquela cidade espanhola quiseram pôr a salvo o corpo do mártir e fugiram pelo mar. A viagem decorreu sem incidentes até chegarem a um promontório no Atlântico, altura em que uma tempestade os arrastou até “junto a uma terra muito bela com um grande promontório”. O mestre do barco disse-lhes que a terra se chamava Algarve e que o cabo se chamava promontório Sacro, antigo nome de Sagres. Devido aos estragos da tempestade, o barco encalhou entre Sagres e o Cabo de S. Vicente. Para fugir a embarcações piratas, os devotos desembarcaram a sua preciosa relíquia. O comandante do navio prometera-lhe continuar a viagem depois de passado o perigo dos corsários, mas nunca mais apareceu, pelo que decidiram construir na falésia uma ermida e um mosteiro em memória de S. Vicente. Será possível imaginar, sem dificuldade, o pequeno barco a percorrer as falésias douradas sucedendo-se a praias de areais claros, até chegar ao imponente promontório de Sagres, logo seguido do Cabo de São Vicente. Ainda hoje, muitos séculos volvidos, a natureza do lugar mantém-se impoluta e cheia de encanto. 
Continuando a lenda, o primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques, soube de um “lugar santo” a Sul onde estariam relíquias sagradas. Logo ordenou uma expedição, para as trazer para Lisboa, pois nessa altura o Algarve era ainda terra de mouros e não pertencia ao reino de Portugal. Todavia, o tempo apagara os vestígios da primitiva ermida e os cristãos que a construíram não se destrinçavam da população árabe. Porém, o capitão do navio ao navegar junto da falésia foi surpreendido por um bando corvos, e seguindo-os, o enviado do Rei encontrou o esconderijo onde estava o sepulcro. Extraordinariamente as aves, mantiveram o seu secular papel de guardiãs de S. Vicente, e nos mastros do navio seguiram até Lisboa. Em honra desta lenda, os corvos figuram nas armas da capital. Curiosamente, os corvos são das aves que se podem encontrar entre a avifauna da costa Sagres, marca desde sempre a história de Portugal, como um lugar de sonho e de Descoberta. 
Benó

1. Agrades

sábado, dezembro 24, 2016

OS DESEJOS DE BOM NATAL PARA TODOS NÓS DA JAWAA


Bom Natal para todos, um anjo à medida de cada um.
Jawaa

OS VOTOS DE BOAS FESTAS PARA TODOS NÓS DA AGRADES

quinta-feira, dezembro 22, 2016

AGENDA PARA DEZEMBRO DE 2016

Proposta de Teresa Silva
 Dia 29Fotografando as palavras de outros sobre o texto

"As digressões por Lisboa possibilitaram-me fazer um inventário sistemático dos museus que ia vendo e, quando já os tinha visitado a todos, comecei a tentar ver outras coisas, algumas menos acessíveis e menos óbvias. Havia uma curiosidade que fomentava tentar ver o que nunca tinha visto antes. E comportar-me como se fosse um estrangeiro na minha terra. Ou seja, visitar aqueles lugares que nós nunca visitamos porque estamos cá, visitá-los como se estivesse em Paris ou em Roma, com aquela ideia de as coisas não nos poderem escapar por podermos não voltar lá."
 
In: Anísio Franco, Caminhar por Lisboa, Porto Editora, Maio de 2016.

O DESAFIO DE HOJE

Dia 22 - Jornal de Parede

13. Zambujal



JORNAL DE PAREDE 
Dois jornais do meu concelho 
- Notícias de Ourém e Notícias de Fátima – 
no mesmo dia, com a mesma capa… 
Posso limpar as mãos à parede 

pelas “notícias” vizinhas que tenho ! 
                                                                                                Zambujal

12. Teresa Silva



O Tejo visto do lado de lá. 
Teresa Silva

11. Rocha/Desenhamento

10. Mena M.

9. M.



Uma das salas de aula da Universidade Europeia de Lisboa. Muito interessante a adaptação que foi feita a este espaço tão antigo em que os azulejos foram poupados.

 «A Quinta do Bom Nome constitui um dos melhores exemplares de quintas da zona de Carnide, tendo a sua casa de habitação chegado até nós em razoável estado de conservação. Classificada como Imóvel de Interesse Público, traduz uma arquitectura residencial setecentista (séc. XVIII), objecto de intervenção no séc. XIX e de obras de recuperação e adaptação a novas funções no início do séc. XXI. De planta em forma de L, desenvolve-se em dois pisos e sotão, incluindo um conjunto de construções anexas distribuídas à volta de um pátio sensivelmente quadrado. O braço mais extenso do L corresponde à capela, de nave única com altar de camarim e tribuna, cuja fachada principal surge animada pela articulação de portal e janelão, assim como à restante frente principal da casa, onde cada um dos pisos é rasgado por sete vãos, janelas de peito no primeiro e de sacada no segundo. A entrada é efectuada através do portão que dá para o pátio, onde um lanço de escadas exteriores possibilita o acesso directo ao piso nobre. No interior merece destaque a decoração azulejar, com elementos de flora, fauna e cenas de caça, ainda visível em alguns salões.» 
Sítio da Câmara Municipal de Lisboa

8. Luisa

7. Licínia



Quem quer comprar?
Licínia

6. Justine



(foto de um memorial aos baleeiros que morreram na faina da baleação. No monumento estão escritos os nomes de todos eles, e foi erigido em frente dos armazéns das barcas baleeiras. Ao fundo, a montanha do Pico) 
Justine