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quinta-feira, Outubro 23, 2014

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014

Dia 30 - Fotografando as palavras de outros sobre o excerto

466.

O homem não deve poder ver a sua própria cara. Isso é o que há de mais terrível. A Natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, assim como de não poder fitar os seus próprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar seu rosto. E a postura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica. Tinha de se curvar, de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.

Fernando Pessoa, Livro do Desassossego Composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, Edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

O DESAFIO DE HOJE

Dia 23 – Jornal de Parede

11. Zambujal

10. Teresa Silva



Foto do miradouro de São Leonardo da Galafura, local muito frequentado por Miguel Torga. 
Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento

8. Mena M.


 
Hoje, ao chegar a casa, tinha na minha caixa de corrreio um mail da IKEA FAMILY, com o seguinte conteúdo: 
Agrada-te receber uma visita da Ikea? 
Hej, Maria Filomena, 
Pretendemos apresentar soluções que vão ao encontro das necessidades e desejos dos nossos clientes. Por este motivo, procuramos pessoas que nos recebam nas suas casas nos dias 11.11, 12.11 e 3.12 entre as 9.00 e as 19.00 H. Por favor escolha o dia e a hora que mais lhe convêm. 
A minha foto é uma montagem do mail com a foto do meu quarto, mobilado com móveis da Ikea. 
Mena

7. Mac

6. M.



                                        Associações de ideias...


Doo-dloo-doo-doo-doo-doo
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo 
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo 
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo... 
I'm singing in the rain 
Just singing in the rain, 
What a glorious feeling, 
I'm happy again. 
I'm laughing at clouds 
So dark, up above, 
The sun is in my heart 
And I'm ready for love. 

Let the stormy clouds chase 
Everyone from the place, 
Come on with the rain 
I've a smile on my face. 
I'll walk down the lane 
With a happy refrain 
Just singing, singing in the rain.

Dancing in the rain. 
I'm happy again.
I'm singing and dancing in the rain. 
Dancing and singing in the rain. 

Música cantada e dançada por Gene Kelly no filme Singing in the Rain

5. Luisa

4. Licínia

3. Justine


                      ze whenyoung 
Procura-se jovem mulher, cheia de sonhos e de projectos, dona deste mundo e do outro, e que foi vista pela última vez por volta de meados dos anos 60 do século passado. Dão-se alvíssaras a quem a encontrar, de preferência de boa saúde! 
Justine

2. Bettips

1. Agrades



Todos os primeiros domingos de cada mês, pelas 16h, um concerto único no mundo. Quem não viu e ouviu, não sabe o que perde. E o bilhete de entrada custa uma insignificância. Os bilhetes esgotam cedo. 
Agrades

domingo, Outubro 19, 2014

UMA EXPOSIÇÃO MUITO INTERESSANTE

Para os mais interessados nas coisas da História, aqui fica a informação:

http://www.arteperiferica.pt/ap/uploads/exposicoes/2931_Jorge_Estrela_Triptico_2014.pdf

quinta-feira, Outubro 16, 2014

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014

Dia 23 – Jornal de Parede

O DESAFIO DE HOJE



Dia 16 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de M.

9. Zambujal

Que palavras dentro do olhar?
A minha mãezinha ensinou-me que não se fala com a boca cheia!... Não digo nada! ‘Tá escrito.
Zambujal

8. Teresa Silva

Fotografia enigmática. Não gostaram do lanche? Deixaram-no na mesa e afastaram-se. Preocupa-me a carteira que ficou na cadeira à mercê de algum ladrão que por ali passasse. Espero, ao menos, que o passeio e a conversa tenha sido agradável.

Teresa Silva

7. Mena M.

As palavras saltam da caixa como o Jack, as crianças debicam umas fatias do bolo e continuam a correria, os pardais não tardam a chegar para o piquenique.

Mena

6. M.

Sobras da roda viva de um dia feliz. Algum passarinho virá. Ou talvez as formigas, umas atrás das outras num carreirinho, muito apressadas e a cumprimentarem-se, subam até ao cimo da mesa e levem pedacinhos de bolo para o formigueiro.

M

5. Luisa

Acabou-se o piquenique e dá-se um pequeno passeio para espairecer. Diferente dos piqueniques da minha infância em que o "déjeuner" era "sur l' herbe", como o idealizou Manet. Até havia banhos no rio. A diferença é que estava tudo vestido enquanto se comia...

Luisa

4. Licínia

Le Déjeuner sur l’Herbe” – foi o que me ocorreu de imediato perante a foto, como se Manet soubesse de mesas e cadeiras para um piquenique de burgueses. Outras as iguarias, outras as vestimentas, ou mesmo a ausência delas, mas a mesma tranquilidade adivinhada naquela passada curta, demorada, de alguém que pisa a erva e conversa sobre o tudo e o nada que o ar fresco vai trazendo.
Licínia

3. Justine

Acabei de ver a exposição. Tenho os olhos repletos de beleza, de harmonia, de bom gosto. Estou apaziguada. E para que o dia fique completo e perfeito, sento-me aqui no jardim do museu, virada para o rio, e preparo-me para mitigar a fome com uma fatia de bolo caseiro, que uma mão amiga me fez chegar. Vou só ali dentro ao bar buscar um chá!
Justine

2. Bettips

Discutiam o sexo dos anjos: ela porque em todos “os santinhos” da sua infância os ditos o tinham coberto por nuvens. Daí a sua hesitação básica. 
Ele... levantou-se e foi-se embora pensando que, de preferência, discutiria o sexo e deixaria os anjos!
Nunca chegaram a entender-se.
Bettips

1. Agrades

É tão bom ser pequenino, ter pai, ter mãe e uma avó que mime e dê carinhos e queques...
Agrades

quinta-feira, Outubro 09, 2014

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014



Dia 16 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de M.

O DESAFIO DE HOJE

Dia 9 - Reticências com a frase “Gosto da luz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

9. Zambujal



                               Gosto da luz… 
Gosto da luz… pronto! Gosto da luz do sol como gosto da luz da lua, e gostei de visitar o Museu da Luz na nova Aldeia da Luz que o Alqueva fez nascer.
Gosto da luz que os seres humanos inventaram, vinda do acto que provocou a chispa entre duas pedras lascadas e acendeu fogo, calor, luz, e como esse primeiro gesto nos trouxe à nossa eléctri(ca)cidade de hoje... à luz que o nosso dedo faz ou desfaz e nos dá a sombra e a tranquil(a)idade de que, por vezes…, também gosto (e de que preciso).
Gosto da luz natural e da luz que se acende ou apaga à nossa vontade, pronto!
E gostei muito – foi transcendente! –, de ter ajudado, há muitas décadas, a “dar à luz” os meus filhos. 
Zambujal

8. Teresa Silva



Gosto da luz das praias do oeste com os seus característicos nevoeiros matinais. 
Teresa Silva

7. Mena M.



Gosto da luz da tardinha um pouco antes do sol se pôr, que torna as cores quentes e luminosas e transmite uma tranquilidade e paz inigualáveis. 
Mena

6. M.



Gosto da luz que se levanta comigo pela manhã. 
M

5. Luisa



Gosto da luz das lagoas onde as árvores se miram para confirmar que continuam bonitas. 
Luisa

4. Licínia



Gosto da luz que, num fim de tarde, por instantes, apenas por instantes, acendeu no rio e na cidade as cores da beleza dos amantes. 
Licínia

3. Justine



Gosto da luz violenta do sol do meio-dia, numa manhã de outono/quase verão, a incendiar as folhas das árvores, a escorregar entre os ramos e a desenhar uma mancha verde no chão. Só assim uma sombra faz sentido: existe para amenizar a força do sol. Complementam-se, sintetizam-se – como todos os contrários! Sim, assim como gosto da sombra verde, também gosto da luz violenta do sol do meio-dia! 
Justine

2. Bettips



Gosto da luz quando, calada dentro e fora, anoitece. Ainda mais se nela se recortam sombras que fazem parte do meu imaginário. Não prevejo ir às Berlengas: a todos aqueles que me falam dessas pedras, grutas, cores, muito agradeço! 
Bettips

1. Agrades



Gosto da luz das ruelas estreitinhas. 
Agrades

quinta-feira, Outubro 02, 2014

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014

Dia 9 - Reticências com a frase “Gosto da luz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Dia 2 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílaba “çu” para formar as nossas palavras. O texto que alguns de nós acrescentarmos é facultativo.

10. Zambujal



           Açulados 

Do tempo em que havia açuladores (ainda há…) e açulados, acossados e ofendidos. 
(Pormenor de um painel em cela do forte de Peniche) 
Zambujal

9. Rocha/Desenhamento


  
                        Açude

Olha, olha, arranjou um pequeno açude. 
Rocha de Sousa

8. Mena M.



                          Pançuda

7. Mac



                 Açúcar

6. M.



                          Açular

5. Luisa



                       Doçura 

Brancura e doçura de um caminho até ao mar. 
Luisa

quarta-feira, Outubro 01, 2014

4. Licínia



                         Açular

Porquê açular um cão quando no corpo dele se desenha sossego e mansidão? 
Licínia

3. Justine



              Açucena com açúcar

2. Bettips



                       Açúcar

Quando, tão raramente, me compravam na Feira Popular do Palácio, o algodão doce - o açúcar - julguei sempre que comia os sonhos. Não, não era cor de rosa, era branco-açucena. Ainda hoje me dá uma certa nostalgia. 
Bettips

1. Agrades



                       Açúcar

quinta-feira, Setembro 25, 2014

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014



Dia 16 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de M.

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2014

Eu em substituição da Benó que, de momento, não está disponível
Dia 2 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílaba “çu” para formar as nossas palavras. O texto que alguns de nós acrescentarmos é facultativo.
Dia 9 - Reticências com a frase “Gosto da luz” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 16 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de M.
Dia 23 – Jornal de Parede
Dia 30 - Fotografando as palavras de outros sobre o excerto

466.

O homem não deve poder ver a sua própria cara. Isso é o que há de mais terrível. A Natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, assim como de não poder fitar os seus próprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar seu rosto. E a postura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica. Tinha de se curvar, de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.

Fernando Pessoa, Livro do Desassossego Composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, Edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

O DESAFIO DE HOJE

Dia 25 - Fotografando as palavras de outros sobre o excerto 
" Penso: talvez o céu seja um mar grande de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como um céu e quando a gente morre, quando a gente morre, talvez a gente caia e se afunde no céu." 
Nenhum Olhar, José Luís Peixoto, Bertrand Editora

11. Zambujal

10. Teresa Silva

9. Rocha/Desenhamento

8. Mena M.

7. M.

6. Luisa

5. Licínia



"Os pássaros quando morrem caem no céu." 
José Gomes Ferreira 

4. Justine

3. Jawaa

2. Bettips

1. Agrades



«(...)Talvez a gente veja as coisas ao contrário (...)»
 
E depois de correr céus e mares, achei uma foto que acho adequada e penso fugir à banalidade. Foi tirada em Bruxelas e é uma homenagem a um facto comum: as batatas fritas, vendidas avulso e colocadas num cartucho de papel; só que em vez de saírem do cartucho batatas, saem pernas de pessoas.
Agrades

quinta-feira, Setembro 18, 2014

AGENDA PARA SETEMBRO DE 2014

Dia 25 - Fotografando as palavras de outros sobre o excerto 
" Penso: talvez o céu seja um mar grande de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como um céu e quando a gente morre, quando a gente morre, talvez a gente caia e se afunde no céu." 
Nenhum Olhar, José Luís Peixoto, Bertrand Editora.

O DESAFIO DE HOJE



Dia 18 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Agrades.

12. Zambujal

Uma casa, uma porta, uma árvore?
Uma árvore que nasceu à beira da casa, ou uma casa com porta para uma árvore que já lá estava? Haverá decerto quem seja capaz de decifrar estabelecendo certidões de idade – da casa, da árvore. Nanja eu que de arquitecto ou botânico nada tenho.
Sendo estas as palavras que me traz o olhar, poderia ainda especular com o abraço (?) dos ramos altos da árvore às telhas de canudo (?) da casa, ou com o anacronismo de uma porta de madeira industrial “às portas” de uma vetusta árvore que, como madeira viva e vivida, humilhada se sentirá.

Zambujal

11. Teresa Silva

Uma fotografia muito bonita. Transmite a sensação de mistério sobre o que se passará dentro daquela casa. Mas seja o que for, existe uma árvore que a protege.

Teresa Silva

10. Rocha/Desenhamento

O que entra no nosso olhar é a brevidade de um muro e de uma porta em madeira, tratada em tom castanho, cortada em parte pela sobreposição de um forte tronco de árvore bem idosa, acastanhada, baça. Curta imagem de um lugar onde haverá gente. Breve recanto onde a luz solar só parece plena no ângulo esquerdo superior, o brilho de certa desfocagem ou sobre-exposição começando o tocar os olhos em deriva. A ideia com que se fica é a de uma história de famílias, de horas pacíficas e árvores e paredes em silêncio.

Rocha de Sousa

9. Mena M.

Amizade de raízes profundas e de alicerces seguros, são as minhas palavras sobre o olhar da fotografia da Agrades.
Gosto de imaginar que terão crescido juntas, a casa e a árvore.

Mena

8. Mac

Após alguns anos de os meus avós terem falecido, regressei à sua casa, a fim de averiguar um possível valor para a vender.
A casa era mais pequenina daquilo que me lembrava, e estava um pouco velha, a precisar de obras de recuperação... isto não abonava a uma venda com lucro.
Quando cheguei às traseiras vi que a velha oliveira ainda lá estava, e de repente veio tudo à memória... os anos despreocupados da minha infância, quando, após cansados de tanta brincadeira, eu e os meus primos nos sentávamos desordenadamente num banco corrido que aqui havia, à sombra desta árvore, a rir que nem perdidos.
Ou quando, ao fim de semana, os adultos iam buscar uma mesinha, e debaixo da oliveira, passavam a tarde a jogar à sueca ou à malha, com a cerveja, a batota e a risota a serem servidas em quantidades proporcionais.
E nos meses quentes de Verão, naqueles dias abafados, em que quase custa a respirar, a sombra desta árvore era o que nos valia... aquela sombrinha sabia tão bem...
Não há nada que pague estes momentos, pensei eu. Os banqueiros que se lixem! Fico com a casa!

Mac

7. M.

É apenas uma árvore junto de uma casa, eu sei, mas o meu olhar desenhou-lhe forma de gente. Corpo enrugado de mulher no silêncio de si, regaço livre na sombra de gestos entrelaçados, berço, trampolim, palavra, ouvido, riso, consolo, afago, pensamento, memória.

M

6. Luisa

Quando cheguei já lá estavas e aí ficarás depois que eu cair em ruínas.

Luisa

5. Licínia

Qual delas nasceu primeiro? Talvez a oliveira, filha natural de algum caroço que pastor atirou para longe, desejando que um dia outro almoço viesse, de azeitonas também, mas de mais pão, menos duro de roer, de ganhar.
Quando a casa chegou, seria a árvore um pequenino ramo verde a alçar-se da terra.
Cresceu a casa e a árvore encorpou, alteou.
Hoje descansa um braço na cabeça da casa e nenhuma delas rejeita o enlace que da terra nasceu, o homem por perto, as duas habitando.

Licínia

4. Justine

Tenho pena da velha oliveira! É árvore de muitas dezenas de anos, mas parece-me estar condenada. Os seus braços envolvem o telhado da casa num abraço destrutivo, e a casa já desistiu da árvore, fechando-lhe a porta. Será decepada no próximo inverno, depois de oferecer à casa a sua última frutificação.

Justine

3. Jawaa

A casa nova construída no aconchego da árvore antiga, o cartão de visita familiar, o cofre que guarda tesouros de risos e de perdas, olhares de antanho que só a ela cabe desvendar.

Jawaa

2. Bettips

Não se sabe bem quem nasceu primeiro, se as raízes da casa se as da árvore. E o que cada uma ajuda a outra, com a sombra, com a firmeza das paredes.
Gostaria de pensar que alguém fez a casa e deixou a árvore. Para se proteger do mundo, como se existissem duas portas a transpor para a vida: a da árvore e a da casa.
Bettips

1. Agrades

Um tronco de oliveira, uma porta de madeira sólida, parede branca e beiral de telhado à portuguesa podem levar-nos a imaginar uma cena pacata em qualquer aldeia do sul de Portugal. Mas não é verdade. A oliveira foi arrancada do seu ambiente natural e está a decorar o exterior do Museu da Santa Casa da Misericórdia da Ericeira. Houve misericórdia, não a fizeram em achas!

Agrades

quinta-feira, Setembro 11, 2014

AGENDA PARA SETEMBRO DE 2014



Dia 18 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia da Agrades.

O DESAFIO DE HOJE

Dia 11 - Reticências com a frase “Amanhã, sem falta” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

10. Rocha / Desenhamento



Amanhã, sem falta, vou ter contigo. Levo a fotografia, pois claro, o instantâneo da tua alegria e da luta pela vida de todos nós. 
Rocha de Sousa

9. Mena M.



Amanhã, sem falta, vou fazer as baínhas das cortinas da minha sala. 
Mena

8. Mac



Amanhã, sem falta, vou atrás do talhante e roubo-lhe um osso... 
Mac