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sábado, setembro 09, 2017

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2017



Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Justine.

AGENDA PARA OUTUBRO DE 2017

Proposta de Justine
Dia 5 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílaba “le para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.
Dia 12 - Reticências com a frase “Caso tu a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 19 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Justine.
Dia 26Fotografando as palavras de outros sobre o poema

As escadas

Toma, este é o meu corpo, o que sobe as escadas
em direcção à tua escuridão, deixando-me,
ou a alguma coisa menos tangível,
no seu lugar.

Também elas envelheceram, as escadas,
também como eu, desabitadas.
Anoiteceu, ao longe afastam-se passos, provavelmente os meus,
e, à nossa volta, os nossos corpos desvanecem-se como terras estrangeiras.

(Manuel António Pina in Todas as Palavras poesia reunida, Como se desenha uma casa, 2011, pág.359)

sábado, setembro 02, 2017

A PEDIDO DA LICÍNIA



Manuela,
Tarde e a más horas consegui foto da tela da Teresa que me coube em sorte e de que gosto muito. Esperei que um amigo me construísse o cavalete onde ela fica muito bem e aqui ta mando. Se quiseres publicar no blog, agradeço. 
Beijinhos. 
L

quinta-feira, agosto 10, 2017

UM PRESENTE COM O PÔR DO SOL DENTRO


Foto de M

Quando o pôr do sol nos entra casa dentro e deixa os pássaros indecisos para que lugar voar. 
M

quinta-feira, junho 29, 2017

DESCANSEMOS ENTÃO UM POUCO

guardando dentro de nós estas belas imagens da Natureza.
M

O DESAFIO DE HOJE (O das resistentes)

Proposta de Isabel
Dia 29Fotografando as palavras de outros sobre este pequeno excerto de um livro que gostei muito de ler
"Aprendera a viver sozinho, a apreciar uma existência calma, com as suas ovelhas e o seu cão. Percebera que aquela região estava a morrer por falta de árvores e, não tendo nada mais para fazer, decidira remediar a situação."

O Homem Que Plantava Árvores, Jean Giono, Editora Far Far Away Books, tradução de Sofia Norton e ilustrações de Vanessa Capela.

9. Teresa Silva

8. M.

7. Luisa

6. Licínia



"a apreciar uma existência calma"

5. Justine

4. Isabel

3. Bettips

2. Benó

1. Agrades



O homem, o cão e as ovelhas estão dentro de casa a pensar que árvores irão plantar no terreno.
Agrades

quinta-feira, junho 22, 2017

AGENDA PARA JUNHO DE 2017

Proposta de Isabel
Dia 29Fotografando as palavras de outros sobre este pequeno excerto de um livro que gostei muito de ler
"Aprendera a viver sozinho, a apreciar uma existência calma, com as suas ovelhas e o seu cão. Percebera que aquela região estava a morrer por falta de árvores e, não tendo nada mais para fazer, decidira remediar a situação."

O Homem Que Plantava Árvores, Jean Giono, Editora Far Far Away Books, tradução de Sofia Norton e ilustrações de Vanessa Capela.

O DESAFIO DE HOJE

Dia 22 - Jornal de Parede

9. Teresa Silva



Só a esta agora consigo estar na varanda e, finalmente, apanhar um pouco de fresco. 
Teresa

8. Mena M. (Clicar na imagem para ver os detalhes)






















 Semana de Trabalho

7. M.

6. Luisa

5. Licínia

4. Justine

3. Isabel



Boas férias para todos e até Agosto!

Isabel

2. Bettips





Trata-se de uma representação de "Las Cobijadas", em Vejer de La Frontera, das várias estátuas que por lá existem. É um traje tradicional daquela zona de Cádiz e não tem nada a ver com "burkas" ou coisas árabes. 
Bettips


http://www.elespanol.com/reportajes/grandes-historias/20161028/166484185_0.html

1. Agrades

quinta-feira, junho 15, 2017

AGENDA PARA JUNHO DE 2017

Proposta de Isabel
Dia 22 - Jornal de Parede

O DESAFIO DE HOJE



Dia 15 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Isabel.

11. Teresa Silva

É pena não ser possível tocar uma música ou apenas cantarolar em vez de escrever um texto. Se a tecnologia permitisse eu certamente punha a música do genérico dos filmes da pantera cor-de-rosa. É o que me ocorre quando olho para esta imagem.

Teresa Silva

Olha, Teresa, foi o melhor que consegui, embora saiba que não é a mesma coisa se fosses tu a tocar ou cantarolar a música:


10. Rocha/Desenhamento

Há momentos em que, dentro dos nossos olhos, fechados ou semi-abertos, julgamos percepcionar imagens reais, furtivas e vulgares ou congregando simbologias diversas. Como nesta ilustração fotografada sobre um personagem
que parece tolhido por uma mão saída de uma letra, a escrita, retirando assim o homem afogueado, detido para nada.

Rocha de Sousa

9. Mena M.

AM TARAM TARAM TARAMRAMRAMRAM, foi o que disparou dentro da minha cabeça, ao olhar a foto da Isabel. Ainda bem que estava só, pois desafinada como sou, nem sei se alguém perceberia que era a música da Pantera Cor-de-Rosa.
Impressionante como um desenho animado ganhou vida própria e fez a delícia de tantas pessoas.

Mena

8. M.

Ao olhar para esta imagem lembrei-me logo da personagem Pantera Cor de Rosa e da mímica divertida e provocatória entre ela e os vários intervenientes nas séries de desenhos animados dos anos sessenta, deliciosamente acompanhados pela música de Henry Mancini.
E acrescento que o braço cor de rosa, talvez apercebendo-se de que o sujeito magrinho tinha espreitado o seu espaço redondo, não achou graça à ousadia e apertou-o, apertou-o, até lhe provocar suores frios e pensamentos negros. Quais, não sei, pois de os revelar foi impedido. Uma flor negra?, arrisco perguntar-me. Uma flor não é um pensamento mau de todo. Depois de liberto do apertão, basta que a pinte com uma cor alegre, a regue abundantemente e a prenda no chapéu em sinal de resistência às adversidades. Tenho a certeza que o gesto será deveras apreciado pelos seus conterrâneos e que passará a ser conhecido pelo nome O Homem do Pensamento Flor.

M

7. Luisa

«Quer queiras quer não, hás-de casar comigo.»

Luisa

6. Licínia

«Aquele cozido caiu-me mal. Sinto um aperto no estômago que se vai alargando para as costas, e uns suores frios e a vista nublada. Será que foi mau olhado?!»
Licínia

5. Justine

A arte urbana enfeita as ruas das cidades com trabalhos interventivos alguns, satíricos outros, todos imaginativos. Neste caso, diria que o autor mostra um homem em aflição, estrangulado por uma mão anónima e violenta, saída de um buraco misterioso. Metáfora da condição humana?
Justine

4. Isabel


Sonhamos tanto.
De vez em quando, uma mão do destino, vinda não sabemos de onde estrangula-nos os sonhos.
Renovamo-nos.
A capacidade de sonhar, nunca morre!

Isabel

3. Bettips

Apertados que somos entre o sonho e a realidade, muitas vezes escolhemos a fantasia "cor-de-rosa". Foi o que pensei ao olhar a foto de mais uma destas expressões de parede, sem nome nem título. De alguém, talvez atento, exprimindo um sentimento de aflição.
Bettips

2. Benó

Quem se lembra duma canção, salvo erro dos anos 80, interpretada pela Gabriela Schaaf que começava assim:
"Ai quem me dera ter um homem muito brasa para meter na mala e levar para casa."
Foi exatamente do que me lembrei quando vi a foto da Isabel. Nem pensei em mais nada. Só tive que ir à net confirmar quem era a intérprete.

Benó

1. Agrades

Aperta, mas não mata; Não mata?, engorda. 

Agrades

quinta-feira, junho 08, 2017

AGENDA PARA JUNHO DE 2017

Proposta de Isabel


Dia 15 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Isabel.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Isabel
Dia 8 - Reticências com a frase “O mar” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

13. Zambujal



                           O mar… logo ali,

espreguiçando-se pela areia, depois de abraçar os pequenos rochedos. E, logo ali, rente à areia molhada, a sombra de um renque de árvores como que formando uma catedral com vitrais filtrando os raios do sol.
Na ilha do Príncipe, em S. Tomé. 
Zambujal

12. Teresa Silva



"O mar enrola na areia, ninguém sabe o que ele diz; bate na areia e desmaia, porque se sente feliz.” Este é o refrão de uma canção popular já muito antiga. 
Teresa Silva

11. Rocha/Desenhamento



O mar aparece em frente. Dissolve-se no horizonte de si mesmo numa névoa iluminada. Ganha a sua cor azulada e esverdeada atrás de uma colina airosa, feita de pedras areia e juncos ainda frágeis e curtos. Os bens da imagem em dois horizontes, um próximo (a colina) e outro no previsível (linha horizontal, azul claro, entretanto absorvido pela luz matinal, solar.  
Rocha de Sousa

10. Mena M.



O mar e o menino, numa foto captada em contraluz, que me surpreendeu quando a passei para o computador. O menino, o meu neto Zé Maria a voar da prancha de skimmy, o mar talvez a primeira de todas as minhas paixões. Tens muito mar na alma - dizem-me diversos amigos. O mar, porém, sabe que é ele que me tem presa ao seu encanto. O mar que me inspira e me apazigua em tempos de tempestade no íntimo. 
Mena

9. M.



O mar tem amigos que, por gostarem muito dele, chamaram Casa do Mar a esta casa, belo refúgio quando a praia transborda de gente. Apenas conjecturas minhas, não conheço quem aqui mora nem os seus hábitos, mas sei o que, em dias quentes de verão, acontece um pouco por todo o lado. Instalam-se multidões no areal, carregadas com chapéus de sol, cadeiras, toalhas, lancheiras, jornais, revistas, bolas, e tudo o mais de que precisam para entreter as horas. Os apressados, ávidos de liberdade, correm para a beira-mar, experimentam a temperatura da água, gritam e riem sempre que o mar lhes acena com ondas a crescer devagarinho lá de longe e as deixa depois cair sobre os seus corpos em desequilíbrio. Há quem enfrente a ameaça com os pés fincados no fundo invisível, a lembrar toureiros a incitar os touros na Praça do Campo Pequeno. A postura é semelhante, só lhes falta dizer Touro, é touro! e levantar os braços com uma bandarilha em cada mão. Mas aqui ninguém tem bandarilhas para espetar, os braços são como ferros a furar o bramido aquoso, arrastam o resto do corpo, e submergem por instantes no desconhecido. Continuam as ondas o seu caminho na imensidão azul verde, indiferentes a quem ousou fazer-lhes frente, e desenrolam-se sobre castelos enfeitados com algas e conchas por mãos de meninos. Oh! Que pena! Não faz mal, tem graça sentar dentro das pocinhas e desejar que a menina da história A Menina do Mar os visite, antes de aquela água rendilhada desaparecer na rotina das marés. 
M

8. Luisa



O mar tem o movimento do baloiço da minha infância no quintal. Tem o verde das vinhas da minha terra e o azul do Tejo que via ao longe das janelas. Tem o som grave dos sinos da igreja onde fui baptisada. Dança como dançávamos na juventude nas garagens nas férias de verão na praia. Tem a espuma que nos refrescava depois dos jogos na areia. Cada onda que rebenta e se espraia é a recordação de todos os amigos que comigo nela mergulhavam. O mar é um cofre onde guardo as jóias da minha vida.
Luisa

7. Licínia



O mar poderoso sempre se renova em lençóis de sedução e ameaça. Afronta-nos com paredes de esmeralda subitamente erguidas. Ruge nas furnas e bate nos rochedos com estalos de chicote. Salta, abre leques de espuma, visita as varandas. Depois retira-se, acalma as cores, aquieta-se por instantes. E volta, volta, volta sempre, diferente, promissor de bonanças ou procelas, imprevisível, fantástico mar de ilhas perdidas. 
Licínia 
(Há alguns anos, Lanzarote à vista.)

6. Justine



O mar, o meu mar, é o mar da Foz. Sei do mar lento do Príncipe, sei também do mar doce do Tarrafal, sei ainda do mar verde de Itaparica. Mas o mar, o meu mar, será sempre o mar violento, perfumado, arrogante e belíssimo da Foz! 
Justine 
(Foz do Arelho)

5. Jawaa



O mar... também pode ser de rosas ou muito simplesmente de pétalas, pétalas de rosa vivida que mantém o encanto, não já da juventude, mas em ondas de beleza inigualável. 
Jawaa

4. Isabel



O mar habita-me desde há muito o coração.
Para quem nasceu no interior, e só vê o mar uma ou duas vezes por ano, é estranho...
Mas tenho este fascínio e a nostalgia de um dia poder viver mesmo ali, ao lado do mar!
Isabel

3. Bettips



O mar que me é sempre surpreendente e, diria mesmo, presente em toda a minha vida. Quando estive fora do país por dois anos, sonhava frequentemente com ele. Esta é uma fotografia recente mas a minha colecção de "mares e marés" tem mais de 60??? anos. Volto muitas vezes ao "Molhe", lembrando uma menina descalça e medrosa: ainda hoje sou assim! 
Bettips

quarta-feira, junho 07, 2017

2. Benó



O Mar profundo era, em tempos remotos, um abismo misterioso e desconhecido habitado por sereias e mostrengos capazes de engolir grandes embarcações com toda a sua tripulação e, assim, atemorizava os marinheiros que ousavam aventurar-se na sua descoberta. Hoje, muitos segredos ainda guarda, continua a ser uma riqueza com muito por explorar, tem potencialidades infinitas, sempre igual e sempre diferente, ora alteroso destruidor, ora manso brincalhão. Aqui, bem perto de mim, lembrou-se de entrar pela praia para formar uma pequena lagoa onde as aves marinhas se iriam alimentar. Depois, na vazante, recuou e o areal ficou molhado para que deixássemos a marca dos nossos pés como beijos de agradecimento. 
Benó

1. Agrades



O mar é este mundo líquido, à frente dos meus olhos, que me deslumbra, acalma, aconselha, dá prazer e angústia. 
Agrades

quinta-feira, junho 01, 2017

AGENDA PARA JUNHO DE 2017

Proposta de Isabel
Dia 8 - Reticências com a frase “O mar” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Isabel
Dia 1 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaRen” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.

11. Teresa Silva



Rendição
    
Desta vez a palavra que me veio à cabeça foi rendição com a frase "o que resta em Terena da rendição dos moiros aos cristãos".
Teresa Silva

10. Mena M.



Rente

9. M.



Parentes

8. Luisa



 Xaile de seda com renda

7. Licínia



Rendas

Tecto da capela do King's College, em Cambridge.
Licínia

6. Justine



Rendição (às mãos do FazdeDono)

5. Jawaa



Rendilhado

4. Isabel



Renda de pedra

3. Bettips



Rendilhada

A prenda que recebi duma amiga que mal conheço mas com quem contacto quase todas as semanas. É verdade, é uma menina do grupo PPP. A I., que muito ternamente me fez chegar um "S" bordado por ela, quando nasceu a minha neta. Num rendilhado precioso, de mãos antigas.
Aqui fica a lembrança, tão bonita. Obrigada!

Bettips

2. Benó



Rendas

1. Agrades



Renda

Renda de mármore com 300 anos. Esta renda faz parte da fatiota de uma das estátuas de santos que decoram a “minha” basílica. Têm pormenores preciosos.

Agrades

quinta-feira, maio 25, 2017

AGENDA PARA JUNHO DE 2017



Dia 15 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Isabel.

AGENDA PARA JUNHO DE 2017

Proposta de Isabel
Dia 1 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílabaRen” para formar as nossas palavras. A palavra que cada um apresentar tem que conter a sílaba pedida e exprimir a imagem que lhe foi associada com sintonia clara entre ambas. Se houver preferência por um conceito, a regra a aplicar é a mesma, ou seja, ele tem que ser expresso por uma palavra que tenha a sílaba pedida. O texto que alguns de nós acrescentarmos é apenas facultativo e um complemento.
Dia 8 - Reticências com a frase “O mar” a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 15 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Isabel.
Dia 22 - Jornal de Parede 
Dia 29Fotografando as palavras de outros sobre este pequeno excerto de um livro que gostei muito de ler
"Aprendera a viver sozinho, a apreciar uma existência calma, com as suas ovelhas e o seu cão. Percebera que aquela região estava a morrer por falta de árvores e, não tendo nada mais para fazer, decidira remediar a situação."
O Homem Que Plantava Árvores, Jean Giono, Editora Far Far Away Books, tradução de Sofia Norton e ilustrações de Vanessa Capela.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Bettips
Dia 25Fotografando as palavras de outros sobre o texto
"O céu estava coberto de grandes nuvens baixas que descarregaram, dali a pouco, uma chuva espessa que velou o horizonte e enlameou os campos. Parei o carro junto de um estabelecimento, para tomar café enquanto desanuviava um pouco, e fiquei sentado debaixo do alpendre, a consultar o mapa e as notas do meu caderno enquanto considerava que há um exercício fascinante, a meio caminho entre a literatura e a vida: visitar lugares lidos em livros e projectar neles, enriquecendo-os com essa memória leitora, as histórias reais ou imaginadas, as personagens autênticas ou de ficção que noutros tempos os povoaram. Cidades, hotéis, paisagens, adquirem um carácter singular quando alguém se aproxima deles com leituras prévias na cabeça."
Arturo Pérez-Reverte "Homens Bons" 3ª Edição da ASA/2016, pág.129

11. Zambujal