foto tirada da net
Qualquer livro da Anita me fascinava. Tínhamos todos os que saíam nas bancas. A colecção alastrou-se até não caber mais nas prateleiras do quarto; começámos a ocupar as prateleiras do corredor de casa dos meus pais. As capas eram fascinantes, tudo era pura alegria e felicidade e a vida era bela. O Pantufa, sempre fiel, não faltava. Até ele era doce. Agora, à distância de uma quase vida, só posso concordar com o professor José António Gomes: “… são maus livros muito bem feitos”. Mas como a memória afectiva também tem cheiro, é deste que mais me lembro. Ainda os temos todos: usados, rasgados, amarelos, dobrados, incompletos. À espera que algum de nós, irmãos, os destralhe.
Margarida

5 comentários:
Esse frenesim dos livros era igual. Estou a ver que também és amiga da Anita, não fazia ideia. Os livros eram fúteis não maus.
Mais um da Anita que fez as delícias da minha filha. Não sei se seriam livros fúteis, prefiro chamar-lhes leves, apenas mostravam uma parte da vida dessa época.
Aqui concordo com a M. : eram livros do seu tempo, leves, giros e como diria a minha mãe "Não ensinavam o mal".
Afinal as leituras da infância são mais ou menos comuns a todas😊
Beijinhos.
Boas leituras📚
Não são do meu tempo. Nunca os li
Falhei essas leituras
Teresa
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