A sujidade nos bancos, muros e calçada da Correnteza. A sujidade nos pátios vizinhos. A sujidade ( e desgaste ) nas viaturas. A sujidade - não visível - das doenças que provocam. A sujidade das pessoas que acham aquilo muito bonito.E as autoridades que nada fazem para resolver o assunto.
Embora todas as outras aves usem a mesma toilette, a populacão dos pombos cresce a um ritmo incrível com a "benção" de quem, penso que mais por ignorância menos por maldade, lhes dá alimento extra!
Aqui t~em-se feito várias tentativas, mas não é fácil de resolver...
Perfeitamente suspeita para dar opinião! Sobre a fotografia, muito oportuna, como é apanágio do Zé. (é que se tirassem pombos, pardais, árvores, andorinhas, gaivotas... ah...aí então é que a cidade me pareceria um deserto de carros e escravos!!! Poderia haver um equilíbrio, não sei como mas os ecologistas que o estudem...)
Concordo com a Bettips, não podemos exterminar tudo o que nos incomoda...senão era um tal exterminar por aí!!! mas tem de ser encontrada uma solução para o excesso populacional destes "parceiros" nas nossas cidades!
Mais que os pombos - que tudo sujam - irrita-me a psssividade da Junta de Freguesia e da C.M.S. Que deviam informar os prevaricadores e ter uma acção de controle de natalidade das aves. Adoro ver, da minha janela, um Vale todo verde (onde querem construir um silo auto...)e os pombos em voos magnificos. Também adoro todas as árvores, menos UMA que insiste em estar implantada no passeio. (Ela é mais antiga e os engenhocas deviam ter arranjado outra solução).Assim é perigosa.
Os pombos a voar são bonitos, mas não se podem alimentá-los.Eles reproduzemse imenso, são muuuitos... As pessoas que têm a mania de lhes dar de comer ou são ignorantes ou estúpidas. Porque já têm feito campanhas a pedir para não lhes dar de comer. Dp o resultado é pior, têm de ser abatidos. É uma SUJIDADE que queima onde quer que caia... mj
10 comentários:
A sujidade nos bancos, muros e calçada da Correnteza.
A sujidade nos pátios vizinhos.
A sujidade ( e desgaste ) nas viaturas.
A sujidade - não visível - das doenças que provocam.
A sujidade das pessoas que acham aquilo muito bonito.E as autoridades que nada fazem para resolver o assunto.
Embora todas as outras aves usem a mesma toilette, a populacão dos pombos cresce a um ritmo incrível com a "benção" de quem, penso que mais por ignorância menos por maldade, lhes dá alimento extra!
Aqui t~em-se feito várias tentativas, mas não é fácil de resolver...
São lindos de se ver a voar aos bandos!
Mas os danos e incómodos são enormes.
Pombos ... grrrrrrrrrr .... e ainda há quem os alimente!
Aqui na minha zona são uma autêntica praga e tivemos nós de, particularmente, tratar de evitar que nos sujassem tudo.
Perfeitamente suspeita para dar opinião! Sobre a fotografia, muito oportuna, como é apanágio do Zé.
(é que se tirassem pombos, pardais, árvores, andorinhas, gaivotas... ah...aí então é que a cidade me pareceria um deserto de carros e escravos!!! Poderia haver um equilíbrio, não sei como mas os ecologistas que o estudem...)
Concordo com a Bettips, não podemos exterminar tudo o que nos incomoda...senão era um tal exterminar por aí!!!
mas tem de ser encontrada uma solução para o excesso populacional destes "parceiros" nas nossas cidades!
Mais que os pombos - que tudo sujam - irrita-me a psssividade da Junta de Freguesia e da C.M.S. Que deviam informar os prevaricadores e ter uma acção de controle de natalidade das aves.
Adoro ver, da minha janela, um Vale todo verde (onde querem construir um silo auto...)e os pombos em voos magnificos.
Também adoro todas as árvores, menos UMA que insiste em estar implantada no passeio. (Ela é mais antiga e os engenhocas deviam ter arranjado outra solução).Assim é perigosa.
Os pombos a voar são bonitos, mas não se podem alimentá-los.Eles reproduzemse imenso, são muuuitos...
As pessoas que têm a mania de lhes dar de comer ou são ignorantes ou estúpidas. Porque já têm feito campanhas a pedir para não lhes dar de comer. Dp o resultado é pior, têm de ser abatidos.
É uma SUJIDADE que queima onde quer que caia...
mj
O Viajante sempre atento: e convém, para não pisar em sítio impróprio...
Agrades
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