quarta-feira, março 24, 2021

3. Justine

Fala-se em Miró e recordo imediatamente aquela polémica quase escândalo (negócio?) que entusiasmou há uns anos as nacionais cabeças bem-pensantes e o jornalismo cá da terra. Acho que doidice se pode aplicar a esses tais, e não a Miró. Alio ao artista os conceitos de simplicidade, de uma quase poesia onírica e de uma alegria (diria) infantil.
Algumas das suas obras fazem-me lembrar desenhos dos netos!

Justine

(fotografia de um quadro de Miró na sua exposição em Serralves em 2017)

2 comentários:

Anónimo disse...

Sim, é isso, uma infantilidade que nos deslumbra
Luisa

Mónica disse...

concordo :)