Andam às voltas da vida, estes Vira-latas, sempre decididos e corajosos. Um encontrei-o perto de Cambelas na estrada de terra batida para Santa Cruz, o outro em Alteia.
Mena
Andam às voltas da vida, estes Vira-latas, sempre decididos e corajosos. Um encontrei-o perto de Cambelas na estrada de terra batida para Santa Cruz, o outro em Alteia.
Mena
Nunca dancei o Vira nem o vi dançado ao vivo, apenas em documentários. Mais conhecido como característico do Minho, é também chamado e coreografado de formas diferentes noutras províncias de Portugal. Ó vira, que vira, e torna a virar... Virou! Fiz o mesmo: virei-me para o meu ficheiro de fotografias à procura de Viana do Castelo no verão de 2015. Tinha chovido, a praça estava vazia, apenas as fitas penduradas davam cor festiva à manhã enevoada. Não sei se tinha havido ali algum espectáculo. Imaginei-o. Virou! E eu virei de novo: agora para Aveiro, a bela cidade que revisitei há poucas semanas. Nos estreitos canais deslizavam os moliceiros cheios de gente, passando debaixo das pontes metálicas onde fitas marcam presenças debruçadas sobre as águas. Virou! O cruzamento de barcos, os sons graves do apito tocado pelos barqueiros a sinalizar manobras de navegação em segurança mais as fitas levaram-me de novo à praça minhota e aos pares dançarinos dos ranchos folclóricos na coreografia do Vira. O pensamento é irrequieto.
M
Confesso que não sou dada a dançar, os tempos "dançarinos" passaram na adolescência e na juventude. Eis que, para este desafio, tenho de imaginar. E assim me surgiu esta imagem: entre dois patos machos e de cores reluzentes, a pata mostra as suas habilidades e vira, num repente, para observar o fundo do lago.
Bettips
Vira a folha do calendário, porque o Maio já chegou, e o nosso desafio é mesmo VIRA! E viro o meu pensamento para um festival de música onde captei uma imagem dum par a dançar aquela dança tão nossa.
Agrades