Na minha juventude li muitos livros, graças às bibliotecas móveis Calouste Gulbenkian, que visitavam Mafra quinzenalmente. O encarregado da biblioteca aconselhava os livros de acordo com a idade e capacidades de cada leitor.
Li com muita avidez e dor o Diário de Anne Frank. Chorei baba e ranho. Talvez por ser tão duro, nunca quis visitar a casa transformada em museu em Amesterdão. Nem quando era nova, quando fui a primeira vez àquela cidade, nem das outras vezes que lá voltei. O livro que li, estará na Gulbenkian, certamente; para ilustrar a coisa, fiz uma simulação.
Agrades

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