Na minha juventude li muitos livros, graças às bibliotecas móveis Calouste Gulbenkian, que visitavam Mafra quinzenalmente. O encarregado da biblioteca aconselhava os livros de acordo com a idade e capacidades de cada leitor.
Li com muita avidez e dor o Diário de Anne Frank. Chorei baba e ranho. Talvez por ser tão duro, nunca quis visitar a casa transformada em museu em Amesterdão. Nem quando era nova, quando fui a primeira vez àquela cidade, nem das outras vezes que lá voltei. O livro que li, estará na Gulbenkian, certamente; para ilustrar a coisa, fiz uma simulação.
Agrades

8 comentários:
Tb o li e reli
Li mas saltei as partes "más" uma tática que uso bastantes vezes. Ao contrário da Agrades as duas vezes que fui a Amesterdão passei na casa da Anne Frank, não entrei porque havia filas enormes
A Agrades e as sua "travessuras" :-)). Li o livro mas nunca visitei a casa de Anne Frank em Amesterdão.
Um livro marcante. Também vi o filme
Como quase toda a gente também li o livro o que agora não faria. Não leio nada que me possa impressionar
Luisa
Li o livro, mas também nunca entrei na casa. É demasiado impressionante.
Teresa
Também o li e reli, sem saltar nada.
Beijinhos😊
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