O Perfume
Paris, séc. XVIII. O livro fala da obsessão, da solidão, da genialidade e da futilidade do ser humano. De forma sombria. O principal personagem é um homem sem cheiro próprio mas dotado de um olfacto sobrenatural, aqui trabalhado de forma brilhante. Pelo meio: rejeições, obsessões e assassinatos. Li-o há décadas, em finais de 80. A capa não seria exactamente esta, mas foi a que encontrei. Na altura adorei e pensei: “toda a gente devia ler este livro”. Hoje, não sei, só relendo. Mas foi o que me lembrei de partilhar convosco. Alguém o leu mais recentemente?
Margarida

5 comentários:
Li o livro, tenho a mania dos cheiros e ofereceram-me por isso. Fiquei um bocado assustada :))
Li-o e fiquei horrorizada. Nunca tinha lido nada tão arrepiante
Luisa
Li este livro há muitos anos. Um livro com um assunto estranho e assustador. Mas gostei das descrições da época, dos ambientes.
Não consegui ler. Acho que até o deitei fora.
Teresa
Li o livro e gostei
e vi o filme.
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