quinta-feira, setembro 13, 2018

2. Bettips



Sem pensar duas vezes, atirou-se como um peixe para nadar naquele mar de prata. 
Bettips

1. Agrades



Sem pensar duas vezes, defendi com unhas e dentes, as jovens que exibiam a sua beleza e arte, das bocas foleiras dos observadores mais obtusos. 
Agrades

quinta-feira, setembro 06, 2018

AGENDA PARA SETEMBRO DE 2018

Proposta de Agrades
Dia 13 - Reticências com a frase “Sem pensar duas vezes a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.

O DESAFIO DE HOJE

Proposta de Agrades
Dia 6 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílaba “Bom para formar as nossas palavras. O foco tem de estar todo, e apenas, na ligação entre a palavra que escolhermos para a sílaba proposta e a fotografia que a expressará, quer se trate de um objecto ou de um conceito. 

14. Zé Viajante



Um bom espelho, mesmo danificado, faz milagres

13. Zambujal



Bombordo

12. Teresa Silva



Bombordo

11. Rocha/Desenhamento



Bom

10. Mónica



Bombom

9. Mena M.



Bombons

8. M.



Bombom

7. Luisa



Bombardeamento

6. Licínia



 Bombeiros

5. Justine



Bomboneira

4. Jawaa



Bom sabor a anis

3. Isabel



Bombas calóricas

2. Bettips



Bomba de água

1. Agrades



Bombeiro

terça-feira, agosto 14, 2018

AGENDA PARA SETEMBRO DE 2018



Dia 20 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Agrades.

AGENDA PARA SETEMBRO DE 2018

Proposta de Agrades
Dia 6 - Ao jeito de cartilha: Proponho-vos que usemos a sílaba “Bom para formar as nossas palavras. Não haverá textos complementares. O foco tem de estar todo, e apenas, na ligação entre a palavra que escolhermos para a sílaba proposta, e a fotografia que a expressará, quer se trate de um objecto ou de um conceito.
Dia 13 - Reticências com a frase “Sem pensar duas vezes a iniciar o texto. Não esquecer a fotografia.
Dia 20 - Com as palavras dentro do olhar sobre fotografia de Agrades.
Dia 27Fotografando as palavras de outros sobre o excerto
UM QUALQUER DE NÓS


Com excepção dos nomes e das cores, que se haviam delido no tempo, seriam apenas os barcos – os mesmos desse dia feliz em que papá decidira levá-la a vê-los de perto pela primeira vez. Porque lá estavam ainda, emborcados por cima do convés, os mesmos escaleres cobertos pelas lonas. Estavam as as torres, as vigias redondas como olhos de peixe e as mesmas bóias ressequidas, presas dos ganchos. Quando largaram da doca – e o focinho cortante das proas rasgou o pano azul das águas atlânticas, rumo a Lisboa – havia também a mesma chuva ácida do princípio da noite. Além disso, dera-se a chegada das mesmíssimas vacas ao cais de embarque, sendo elas destinadas aos matadouros continentais. E o pranto da muita gente que ali ficou a agitar lencinhos de adeus fora-se logo convertendo num uivo, o qual acabou por confundir-se com o rumor do vento a alto mar. 

João de Melo, in Gente Feliz com Lágrimas, Capítulo primeiro, Leya, 2010