Lisboa ao entardecer. Muitos séculos te contemplam. Tens uma longa história para contar. Tens a luz única que te brota das pedras, da água do rio. Tens um amanhã ainda por saber. Chamo-te minha e nada te peço. Guardo-te, com o peito a latejar de ausência, no meu cofre de vaidades e ternuras.
Licínia
6 comentários:
Um ponto de fuga de arquitecturas dissemelhantes, palavras de sentimentos abrangentes, ficou bem!
Para mim que nunca lá vivi, fica-me a luz
...no "cofre de ternura" e de amigos perdidos.
Belo diálogo de arquitecturas e tempos. Sempre gostei da proximidade, não se chocam, antes pelo contrário, dão relevância uma à outra.
o CCB é bonito por dentro, conteúdos e jardins, e horrível por fora, parece um forte, uma coisa bélica, a fingir que tem muitos anos. naaaa
Mónica, foi o contraste que me seduziu, a traduzir os muitos tempos da cidade.
Bonita fotografia. Gosto do contraste do CCB e Jerónimos. Ligam muito bem.
Teresa
Bonita a cidades nestes ângulos mas vai mudando. Já é outra
Luisa
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