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Era uma vez um trio angelical que mesmo sem voz se fazia ouvir com os seus canticos natalicios entre todos os outros que compunham uma pequena orquestra muito bem afinada e que nos encantava na noite da consoada.
Mas o cantor do meio tinha os olhos fechados, talvez para melhor se concentrar na ária musical que tinha de executar e, por isso, não se apercebeu dumas mãos traquinas e gordinhas, ainda pouco firmes na segurança de objetos, que agarraram os cantores e num abrir e fechar de olhos era uma vez um anjinho sem cabeça.
Benó
8 comentários:
Era uma vez um anjinho sem cabeça?
Era uma vez uma parábola!
Gostei da 1ª leitura, tenho de reler... como todas as parábolas.
Saudações
a cabeça canta na mesma... mas pode colar-se! :-)
~
Que bonito trio!
...mas que continua a cantar maravilhosamente, na tua imaginação!
Quem disse que os anjos precisam de cabeça para cantar?
Meninos ladinos, os três anjos que continuam a cantoria
e o traquinas, anjo assim também!
Nos contos de Natal nem tudo acaba bem. Que o diga o anjinho de cabeça perdida.
Um dueto que já teve melhores dias...
Agrades
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